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domingo, 17 de novembro de 2013

O mimimi não pode parar: outra crítica a "Blood Money"

"MIMIMI!"
Mais um crítico não gosta de "Blood Money"
A reação da crítica estabelecida na mídia nacional ao filme "Blood Money - Aborto Legalizado" deixa bem claro que o documentário acertou bem no nervo de muita gente. Na verdade, nem se pode dizer que os críticos estejam fazendo seu trabalho, pois o que vem sendo escrito pode ter o nome de outra coisa, mas nunca de crítica de cinema.

É o caso do que escreveu Bruno Carmelo, do site "Adoro Cinema". Logo no início, chama atenção que ele tenha chamado o documentário utilizando a mesma palavra que o crítico Mario Abbade, do jornal O Globo, também utilizou, "panfletário". Pode ser que ambos tenho assistido o filme juntos ou algo assim, quem sabe? Pode ser que tenham trocado informações após verem o filme, não é? Nada de mais... Nenhum problema, claro. Mas ao menos poderiam combinar de mudar o vocabulário para a coisa não ficar muito chata.

Carmelo diz que fazer um documentário como "Blood Money" é pouco eficiente, pois o tom radical, segundo ele, não vai convencer ninguém. Como seria então um tom menos radical em filme sobre matéria de vida ou morte de milhões de seres humanos frágeis e inocentes? O diretor David Kyle deveria ter feito como? Deveria não ter mostrado especialistas da área médica afirmando o que a Ciência já atestou há tempos, que a vida começa na concepção? Deveria não ter trazido o depoimento de pessoas que trabalharam na indústria do aborto e que dela saíram enojadas e traumatizadas por tudo que viram e no que participaram? Deveria não ter mostrado o depoimento de mulheres que carregam até hoje a marca dolorosa que é ter cometido um aborto? Ou seja, parece que Bruno Carmelo quer um filme sobre o aborto sem que seja mostrado verdadeiramente o que é o aborto: suas conseqüências; como a militância abortista engana a opinião pública; os problemas psicológicos que atingem as mulheres que caem neste erro; etc. Ele quer, na verdade, um filme que apenas mostre mais o que o abortismo internacional vem há décadas enfiando goela abaixo da opinião pública, seja nos EUA, na Europa, na África ou no Brasil, no qual a militância abortista finge querer debater enquanto impõe seus objetivos através de falcatruas jurídicas ou apelos a dados estatísticos totalmente falsificados, como aconteceu nos EUA, com o caso Roe x Wade, ou mesmo no Brasil, com a liberação do aborto de bebês anencéfalos.

Em dado momento de sua crítica, Bruno Carmelo parece dar o braço a torcer quando diz que "(...) o documentário não se contenta com afirmações vagas como 'o aborto é errado', e esforça-se para achar argumentos muito precisos (...)". Mesmo? Desafio qualquer abortista a mostrar algum discurso de um pró-vida sério a dizer apenas que "o aborto é errado", sem que este mesmo pró-vida saiba mostrar o porquê de este ato ser um erro. Carmelo tem em sua mente limitada apenas uma caricatura do que pensa um pró-vida. Talvez ele devesse dizer a seus leitores porque então o aborto seria correto, já que ele parece acreditar nisto sem que mostre qualquer sustentação para tal crença.

É verdade que o crítico, talvez por ter mais espaço para escrever, tenha se mostrado ser de uma espécie diferente de seu colega Mario Abbade, e tenha até admitido méritos no filme, como no trecho abaixo:
"Outro mérito, talvez o maior do filme, seja o fato de Blood Money – Aborto Legalizado tentar convencer o espectador através de argumentos racionais, e não emocionais. Com exceção de alguns momentos sentimentalistas, rumo ao final, onde criancinhas felizes e mulheres chorosas tomam a cena, o documentário prefere agir em nome da razão. (...)"
A razão, o que parece ignorar o crítico, não é exceção no movimento pró-vida, é a tônica deste movimento. O apelo a argumentos sentimentalóides e emocionais, através da manipulação de dados (sobre o que há farta documentação) e da mais pura enganação é o método da militância pró-aborto. Só não sabe disto quem ignora por completo o assunto.

Mas se o crítico começa o parágrafo louvando os argumentos racionais do lado pró-vida, ele, claro, nem mesmo se permite terminar este mesmo parágrafo sem voltar à carga:
"(...) Isso também significa que ele não mede esforços para encontrar argumentos racionais favoráveis ao seu discurso, incluindo a afirmação surpreendente de que o aborto seria pior do que a escravidão ou, mais chocante ainda, que ele seria uma versão moderna do nazismo, por impactar principalmente mulheres negras. O aborto, segundo o filme, teria como objetivo reduzir a população negra nos Estados Unidos."
Bruno Carmelo acha "surpreendente" que alguém diga que o aborto é pior que a escravidão. Vamos colocar assim, para ver se ele entende: um escravo pode ser liberto; já um bebê abortado pode voltar à vida? Será preciso desenhar? E além disto, é claro que ninguém esteja dizendo que escravidão é coisa boa, não é mesmo? E é o crítico que acha ruim utilizar "momentos sentimentalistas", não é? Sei...

Ele acha também absurdo que se compare o aborto como uma visão moderna do nazismo. Certo. Será que ele sabe quantos milhões já morreram por aborto? Vou dar apenas um dado: mais de 50 milhões desde 1973, somente nos EUA! Imagine este número na China, na Índia, na Europa... Será que ele acharia isto sentimental demais para o seu gosto? Será que ele sabe que os primeiros países a liberarem o aborto foram a extinta União Soviética e a Alemanha Nazista? Será que ele sabe que a conexão aborto-racismo está já bem documentada e inúmeros líderes afro-americanos estão procurando dar visibilidade a este problema? Aqui mesmo no blog podem ser visto dois textos sobre este assunto:"Aborto e racismo: tudo a ver!" e "O genocídio dos negros norte-americanos".

Mas Bruno Carmelo chama isto de "afirmações absurdas"... Baseado em que ele classifica assim os argumentos apresentados no filme? Não se sabe... Talvez na posição de Saturno ou na configuração da borra do último café que ele tomou, em búzios ou algo do tipo. Na realidade é que não foi.

Se lhe falta contato com a realidade do aborto, disposição para servir à causa sobra bastante. Eis o que um trecho que deixa isto bem à mostra:
"Aliás, é surpreendente que Blood Money – Aborto Legalizado não contenha nenhuma opinião favorável ao aborto, nem que seja para condená-la. Em uma discussão tabu como esta, seria normal expor o ponto de vista alheio e explicar as falhas deste raciocínio. Mas o documentário prefere fingir que o “outro lado”, como é chamado, simplesmente não tem ideias.(...)"
Uau! Bruno Carmelo se surpreende que um documentário contrário ao aborto não traga nenhuma opinião favorável ao aborto! É mesmo para levar a sério isto? Isto não é crítica, é apenas "mimimi". Isto, ele e seu colega de profissão Mario Abbade têm em comum: ambos queriam que o documentário mostrasse também os argumentos do outro lado. Isto só demonstra, além da incrível similaridade de suas "críticas", que ambos sofrem de um sério descolamento da realidade da discussão sobre o aborto. Eu os ajudo então: os abortista não têm, até hoje, sequer um único argumento aceitável. Sim, é isto mesmo. Tudo o que a militância abortista faz é impor sua vontade baseada em mentiras, em dados incorretos, em argumentos falaciosos. Apenas isto; nada mais.

Como já ficou claro, a falta de contato com o tema do aborto não é páreo para a garbosidade com que Bruno Carmelo se entrega ao assunto. Eis mais um parágrafo em que ele se supera:
"Ironicamente, o filme é obrigado a aceitar que existem sim, outras maneiras de pensar, já que ele adota um ponto de vista da oposição, da minoria. Ora, se o aborto foi legalizado por diversos Estados americanos, defendido por vários juízes e grupos sociais, então certamente alguém aprova a prática, não? De qualquer maneira, ao se afastar da imagem conservadora do cristianismo (é inusitado que o filme quase não mencione o catolicismo, apesar de defender todos os seus dogmas), Blood Money – Aborto Legalizado adota um ar de filme moderno, contestador, jovem. Ele até parece – quem diria – ter um discurso pseudo feminista, sugerindo que a proibição do aborto seria uma defesa das mulheres, abusadas por instituições e médicos gananciosos."
"Minoria"? Se o crítico deixasse um pouco as escuras salas de cinema e olhasse para o mundo que o cerca, talvez ele soubesse que nos EUA, exatamente a realidade mostrada no documentário, a posição pró-vida já é maioria entre a população. E isto mesmo com a maciça propaganda abortista na grande mídia e na academia, o que não é pouca coisa. E por que, afinal, o filme deveria mencionar o catolicismo? Na verdade, Bruno Carmelo gostaria que o diretor lhe tivesse facilitado o trabalho para que ele pudesse qual um Dan Brown pular da cadeira de dedo em riste e gritar "Ahá! Eu sabia que tudo isto tinha o dedo da Igreja!". Coitado... Ele sequer sabe o que seja dogma, mas diz que o filme defende TODOS os dogmas católicos. É... Talvez David Kyle tenha feito um documentário não contra o aborto, mas sim o Catecismo em forma de película. Pfui...

Bruno Carmelo reclama que o filme não se presta ao diálogo. Pois eu pergunto: quem quer dialogar com quem se propõe a eliminar seres humanos frágeis e inocentes merece mesmo ficar falando em uma sala escura de frente a uma tela ignorando a realidade que o cerca. E, além do mais, os abortistas têm todo um aparato midiático à sua disposição, jornais, revistas, universidades, filmes, programas de tv, sites como o Adoro Cinema, etc.; não acho que eles precisem de tempo em um documentário contrário ao aborto para que equilibrem o jogo, pois o jogo está desequilibrado há muito para o lado deles, exatamente porque gente como este crítico presta-se a um papel ridículo de defensor do aborto sem que sequer saiba o básico sobre a discussão.

Fechando com chave de ouro e, claro, como não poderia deixar de ser, pagando o tributo ao marxismo cultural onipresente em nossos meios de comunicação, Carmelo sai-se com a seguinte pérola:
"Blood Money é um filme da nova direita, do conservadorismo cool, passivo-agressivo, desesperado ao perceber que não tem mais o monopólio da reflexão social no século XXI."
Ganha uma viagem à Cuba quem descobrir algo neste trecho que faça algum sentido. É apenas uma frase de adolescente que veste uma camisa de Che Guevara e usa uma boina vermelha com uma estrelinha. Só isto... Não tem sentido (quando foi que a "direita" teve "monopólio da reflexão social" mesmo?), mas serve para ele colocar no currículo e descolar uns tapinhas nas costas e frases como "Você é um dos nossos!". Pelo jeito, há quem seja carente ao ponto de procurar tal coisa...

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Blood Money - Aborto legalizado chega aos cinemas do Brasil

Documentário apresentado por sobrinha de Martin Luther King Jr revela os bastidores da indústria do aborto nos Estados Unidos














Você provavelmente não verá esse filme num comercial de TV. Muito menos num anúncio de jornal. É que ele fala sobre um assunto não muito "politicamente correto" para os dias de hoje. Ele fala sobre o aborto. Blood Money, uma produção norte-americana, dirigida por David Kyle e apresentada pela ativista do movimento de negros dos EUA, Alveda King - sobrinha de Martin Luther King Jr. -, denuncia a máquina de lucros em que se transformou a indústria abortista nos Estados Unidos, desde que a infame lei Roe vs. Wade foi aprovada. O documentário chega às salas de cinema de todo o Brasil no próximo dia 15 de novembro.
"Blood Money - Aborto legalizado" é mais uma vitória contra a cultura da morte. O mercado negro do aborto vem perdendo fôlego mundo afora, e agora muito mais, graças ao empenho do movimento pró-vida. Como registrado aqui, os Estados Unidos assistiram, no início deste ano, à maior Marcha pela vida da história daquele país. 650 mil pessoas, na sua maioria jovens, reuniram-se na frente da Corte Suprema americana, a apenas poucos dias da posse de Obama - paladino dos abortistas -, para dizer um rotundo "não" à ideologia do aborto. Na ocasião, o então papa reinante, Bento XVI, expressou seus sentimentos pelo Twitter, dizendo: "Uno-me à distância a todos os que se manifestam pela vida, e rezo para que os políticos protejam ao não-nascido e promovam a cultura da vida".
E por que perde a causa abortista? Porque mente! A cultura da morte é mentirosa desde o princípio. Mente quando nega ao nascituro o direito inalienável à vida, rebaixando-o ao nível de um sub-humano ou célula cancerígena. Mente quando manipula os números de casos de aborto, criando a impressão de que se trata de um "caso de saúde pública". E mente quando ensina à mulher que ela será livre mantando seu bebê. É óbvio que uma farsa dessa proporção, mais cedo ou mais tarde, tem de cair. O mote da campanha pró-aborto não é só um atentado contra a vida inocente, é um atentado contra toda a humanidade. Uma sociedade que começa matando seus filhos termina matando a si mesma.
Por mais que se façam malabarismos para distorcer o sentido desta palavra, o fato é que o aborto se trata, sim!, de um assassinato. Isso é inegável. Com efeito, o silêncio da mídia, ou então, a sua propaganda descarada a favor dessa ideologia traduzem claramente a cegueira e a desonestidade que imperam nas redações jornalísticas. Historicamente, as grandes ditaduras do último século contaram com o expresso apoio dos jornais, ora sacralizando seus líderes, ora fechando os olhos para seus crimes. O caso agora em debate, ou seja, o aborto, ajuda a ilustrar que o perigo das ideologias ainda não é um assunto superado.
O povo deve ir aos cinemas. Contra a mentira da indústria abortista, contra o silêncio da mídia, contra o avanço da cultura da morte: fazer de Blood Money um sucesso não é só um dever, é um ato heroico. Sim, pois, num momento em que se instala no ordenamento jurídico brasileiro um vírus de "Cavalo de Tróia" - a lei 12.845, que abre uma verdadeira auto-estrada para o aborto no Brasil -, é tarefa de todos lembrar àquelas pessoas de Brasília que elas não são deuses e que, portanto, estão lá para servir, não para ditar regras contrárias à dignidade do ser humano.
É uma questão de consciência, muito mais que de religião. Assistam a Blood Money!
Por Equipe Christo Nihil Praeponere | Informações: Deus lo vult e Blog da Vida

Veja o trailer:

Denúncia sangrenta - Blood Money - aborto legalizado

Estela Monteiro
estela.monteiro@jornaldebrasilia.com.br

Brasília recebeu, na última sexta-feira, a pré-estreia do filme  Blood Money – Aborto Legalizado. O evento aconteceu no Espaço Itaú de Cinema Casa Park e teve a presença de David K. Kyle, diretor do longa que estará em cartaz, inicialmente, de sexta a domingo.

O documentário tem como objetivo expor o funcionamento da indústria do aborto nos Estados Unidos, onde a prática é legalizada há cerca de 40 anos. “O fato de o aborto ter sido legalizado não significa que ele esteja sendo feito de maneira segura e nem de maneira ética”, explica o cineasta norte-americano. 

O filme conta com depoimentos reais de pessoas que trabalharam em clínicas de aborto e de mulheres que passaram pela experiência de interromper uma gravidez. Kyle comenta que mesmo que o movimento em favor da legalização do aborto se chame pró-escolha, muitas das mulheres do filme dizem que acharam que não existia outra solução.

Debate

Segundo o diretor, a produção busca também acender uma discussão aprofundada acerca do tema. “Em anos de eleições nos EUA, o debate sempre vem à tona, porém de maneira superficial. E, muitas vezes, com informações errôneas. O filme mostra a realidade de uma maneira muito crua e verdadeira”, afirma.

Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes, que possui os direitos de distribuição do documentário no País, afirma que o tema também merece ser discutido no Brasil. “O assunto precisa sair debaixo do tapete e ser tratado sem hipocrisia. Com informação, vidas podem ser salvas, tanto de mulheres quanto de crianças”, comenta Girão. 
 
Ficha técnica
 
Blood Money
Direção:  David K. Kyle 
Elenco:  Sandra Cano, Carol Everett, Georgette Forney, Norma McCorvey, Bernard Nathanson...
Distribuição:  Europa Filmes / Estação Luz Filmes


Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticias_cultura.php?denuncia-sangrenta&secao=V&id=511086

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Mãe de futuro bispo ouviu do médico: “Você precisa abortar, seu filho vai ser um monstro”

AndrewCozzens
Ele sugeriu o aborto. Ela respondeu: É meu filho e nós vamos aceitar o que Deus nos enviar
No último dia 11 de outubro, o papa Francisco nomeou dom Andrew Cozzens como o novo bispo auxiliar de St. Paul, Minneapolis, nos Estados Unidos. É uma das tantas nomeações que o santo padre faz e que poderia ter passado despercebida se não fosse pelo fato de que a mãe do novo bispo, dona Judy, narrou a história da sua gravidez para o jornal The Catholic Spirit, revelando que Andrew teria sido abortado se ela tivesse ouvido os conselhos do próprio médico.
Ela não ouviu. E a história de Andrew não passou despercebida. Ele foi ordenado sacerdote em 1997, aos 28 anos, e agora é professor de Teologia Sacramental e responsável pela liturgia no seminário diocesano.
Quando estava grávida de cinco meses de Andrew, seu segundo filho, Judy começou a sentir dores que atribuiu inicialmente a um vírus pego no colégio onde dava aulas. Como as dores continuaram, ela pensou que podia ser um parto prematuro e correu para o hospital, acompanhada do marido, Jack. Conseguiram controlar a situação, mas, no dia seguinte, ao visitá-la, o médico afirmou: ”O seu feto é deformado. Você não pode continuar esta gestação”. Judy respondeu na hora: “O que você quer dizer? Ele é meu filho!”.
“Não, eu acho que você não está me entendendo”, insistiu o doutor. ”O que você está carregando no útero é um monstro e você não pode continuar esta gravidez”. A mãe replicou: “Ele é meu filho e nós vamos aceitar o que Deus nos enviar”. O médico se recusou a continuar a atendê-la. A família teve que encontrar outro médico para acompanhar a gestação.
Andrew nasceu perfeitamente normal, a não ser por um eczema que afetava todo o seu corpo. Ele teve alergias que o incomodaram durante dois anos e provocaram uma asma crônica, que o acompanha até hoje.
Foi essa asma, em parte, que o levou a descobrir a vocação de entrega a Deus, quando tinha apenas 4 anos de idade.
Durante uma internação hospitalar em que precisou de respiração artificial, o pequeno Andrew olhou para o médico que tomava conta dele e disse:  “Pode ir dormir na sua cama. Vai ficar tudo bem comigo. Eu vou crescer e vou me dedicar às coisas de Deus”.
O médico ficou perplexo e, conversando depois com Jack e Judy, contou-lhes que estava perdendo a fé em Deus por causa de um processo de divórcio muito doloroso, mas que as palavras do pequeno Andrew o tinham ajudado.
A vocação do menino foi se assentando graças também à amizade da família com um sacerdote de Denver, cidade onde viveram durante uma temporada para tratar do filho num centro especializado em asma.
Andrew leva hoje uma vida perfeitamente normal como adulto e como sacerdote. Com algumas peculiaridades, é claro: a exemplo do pai, ele também se tornou montanhista.
Fonte: zenit.org

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

O Papa frente ao aborto: "Nossa resposta é um sim decidido e sem hesitações à vida"

VATICANO, 20 Set. 13 / 02:58 pm (ACI).- O Papa Francisco reiterou nesta manhã a sua clara postura ante a "cultura do descartável" do aborto, que procura a eliminação dos seres humanos mais frágeis, e disse que "a nossa resposta a esta mentalidade é um ‘sim’ decidido e sem hesitações à vida" que é sempre sagrada e inviolável.
Segue na íntegra a tradução do discurso pronunciado em italiano nesta manhã pelo Pontífice ante os ginecologistas católicos participantes do encontro promovido pela Federação Internacional das Associações de Médicos Católicos. Este discurso se faz ainda mais importante logo depois da manipulação de alguns meios seculares da extensa entrevista feita ao Papa e publicada ontem, tentando apresentar o Santo Padre como oposto à luta pró-vida e pró-família.
Discurso do Papa Francisco:
"Peço-vos desculpa pelo atraso… Esta foi uma manhã um pouco complicada devido às audiências… Peço-vos desculpa.
1. A primeira reflexão que gostaria de partilhar com vocês é esta: nós assistimos hoje a uma situação paradoxal, que diz respeito à profissão médica. Por um lado constatamos – e agradecemos a Deus – os progressos da medicina, graças ao trabalho de cientistas que, com paixão e sem descanso, se dedicam à procura de novos tratamentos.? Entretanto, por outro lado, encontramos também o perigo de que o médico esqueça a própria identidade de servo da vida. A desorientação cultural tem afetado também aquilo que parecia um âmbito intocável: o vosso, a medicina! Mesmo estando por natureza a serviço da vida, as profissões de saúde são induzidas às vezes a não respeitar a própria vida.
Em vez disso, como nos recorda a Encíclica Caritas in veritate, "a abertura à vida está no centro do verdadeiro desenvolvimento". Quando uma sociedade se encaminha para a negação e a supressão da vida, não encontra a motivação e a energia necessária para esforçar-se no serviço do verdadeiro bem do homem. Se se perde a sensibilidade pessoal e social para com o acolhimento de uma nova vida, também outras formas de acolhimento úteis à vida secam. O acolhimento da vida revigora as energias morais e capacita para a ajuda recíproca (n. 28).
A situação paradoxal está no fato de que, enquanto se atribuem à pessoa novos direitos, às vezes mesmo direitos presumidos, nem sempre se protege a vida como valor primário e direito primordial de cada homem. O fim último do agir médico permanece sendo sempre a defesa e a promoção da vida.
2. O segundo ponto: neste contexto contraditório, a Igreja faz apelo às consciências, às consciências de todos os profissionais e voluntários de saúde, de maneira particular de vocês ginecologistas, chamados a colaborar no nascimento de novas vidas humanas. A vossa é uma singular vocação e missão, que necessita de estudo, de consciência e de humanidade. Um tempo atrás, as mulheres que ajudavam no parto eram chamadas "comadre": é como uma mãe com a outra, com a verdadeira mãe. Também vocês são "comadres" e "compadres", também vocês.
Uma generalizada mentalidade do útil, a "cultura do descartável", que hoje escraviza os corações e as inteligências de tantos, tem um altíssimo custo: requer eliminar seres humanos, sobretudo se fisicamente ou socialmente mais frágeis. A nossa resposta a esta mentalidade é um "sim" decidido e sem hesitação à vida. ‘O primeiro direito de uma pessoa humana é a sua vida. Essa tem outros bens e alguns desses são mais preciosos: mas é aquele o bem fundamental, condição para todos os outros" (Congregação para a Doutrina da Fé, Declaração sobre aborto provocado, 18 de novembro de 1974, 11).
As coisas têm um preço e podem ser vendidas, mas as pessoas têm uma dignidade, valem mais que as coisas e não têm preço. Tantas vezes, encontramo-nos em situações onde vemos que aquilo que custa menos é a vida. Por isto a atenção à vida humana em sua totalidade transformou-se nos últimos tempos em uma verdadeira prioridade do Magistério da Igreja, particularmente àquela majoritariamente indefesa, isso é, as pessoas com deficiência, doentes, o nascituro, a criança, o idoso, que é a vida mais indefesa.

No ser humano frágil cada um de nós é convidado a reconhecer a face do Senhor, que na sua carne humana experimentou a indiferença e a solidão à qual às vezes condenamos os mais pobres, seja nos Países em via de desenvolvimento, seja nas sociedades afluentes.
Toda criança não nascida, mas condenada injustamente a ser abortada, tem a face de Jesus Cristo, tem a face do Senhor, que mesmo antes de nascer, e depois apenas nascido experimentou a rejeição do mundo. E cada idoso, e – falei da criança: vamos aos idosos, outro ponto! E cada idoso, mesmo se enfermo ou no fim de seus dias, leva em si a face de Cristo. Não se pode descartar, como nos propõe a "cultura do descartável"! Não se pode descartar!
3. O terceiro aspecto é um mandato: sejam testemunhas e difusores desta "cultura da vida". O vosso ser católico comporta uma maior responsabilidade: antes de tudo para com vocês mesmos, para com o compromisso de coerência com a vocação cristã; e depois para com a cultura contemporânea, para contribuir a reconhecer na vida humana a dimensão transcendente, a marca da obra criadora de Deus, desde o primeiro instante de sua concepção.
Este é um compromisso de nova evangelização que requer às vezes ir contracorrente, pagando pessoalmente. O Senhor conta também com vocês para difundir o "evangelho da vida".
Nesta perspectiva, as enfermarias dos hospitais de ginecologia são lugares privilegiados de testemunho e de evangelização, porque lá onde a Igreja se faz "veículo da presença de Deus" vivo, transforma ao mesmo tempo "instrumento de uma verdadeira humanização do homem e do mundo" (Congregação para a Doutrina da Fé, Nota doutrinal sobre alguns aspectos da evangelização, 9).
Amadurecendo a consciência de que no centro da atividade médica e assistencial está a pessoa humana na condição de fragilidade, a estrutura de saúde transforma-se em "lugar no qual a relação de cuidado não é trabalho – a vossa relação de cuidado não é trabalho – mas missão; onde a caridade do Bom Samaritano é a primeira cátedra e a face do homem sofredor, a Face própria de Cristo" (Bento XVI, Discurso à Universidade Católica do Sagrado Coração de Roma, 3 de maio de 2012).
Queridos amigos médicos, vocês são chamados a ocuparem-se da vida humana na sua fase inicial, recordem todos, com os fatos e com as palavras, que esta é sempre, em todas as suas fases e em toda idade, sagrada e é sempre de qualidade. E não por um discurso de fé – não, não, – mas de razão, por um discurso de ciência! Não existe uma vida mais sagrada que a outra, como não existe uma vida humana qualitativamente mais significativa que a outra. A credibilidade de um sistema de saúde não se mede somente pela eficiência, mas, sobretudo, pela atenção e amor para com as pessoas, cuja vida sempre é sagrada e inviolável.
Não deixem nunca de rezar ao Senhor e à Virgem Maria, para ter a força de cumprir bem o vosso trabalho e testemunhar com coragem – com coragem! Hoje é necessário coragem – testemunhar com coragem o "evangelho da vida"! Muito obrigado!".

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Ser Católico é "legal"!

Papa convence mulher a não abortar e oferece-se para ser padrinho


Anna Romano escreveu a Francisco quando soube que estava grávida. Dias depois, recebeu um telefonema inesperado.
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Foi o desespero que levou Anna Romano a escrever ao Papa. A mulher, italiana, encontrava-se grávida do seu amante, um homem casado, e este já lhe tinha deixado claro que não iria ajudar a criar o bebé, tentando convencê-la a abortar.

Sob pressão, Anna escreveu ao Papa, mais por desabafo do que por outra razão, e foi com grande surpresa que recebeu um telefonema de Francisco.

"Fiquei estupefacta ao telefone. Ouvi-o a falar. Tinha lido a minha carta. Assegurou-me que o bebé é um dom de Deus, um sinal da providência. Disse-me que nunca estaria sozinha", conta Romano ao jornal italiano "Il Messagero".

Após alguns minutos de conversa, a futura mãe encontrava-se novamente cheia de esperança e decidida a levar a gravidez até ao fim. "Ele encheu-me o coração de alegria quando me disse que eu era corajosa e forte pelo meu filho", recorda.

As palavras do Papa foram ainda tranquilizadoras noutro sentido. Anna disse a Francisco que gostaria de baptizar o filho, mas "tinha medo que não fosse possível" por ser "mãe solteira e divorciada". O Papa não só explicou que seria possível baptizá-lo, como se ofereceu para ser ele próprio o padrinho. "Estou convencido que não terá dificuldade em encontrar um pai espiritual, mas, se não conseguir, estou sempre disponível", disse Francisco.

Anna Romano já fez saber que, se a criança for rapaz, vai chamar-se Francisco.

Desde a sua eleição, o Papa já pegou várias vezes no telefone para falar pessoalmente com pessoas que sabia estarem a passar dificuldades. Um dos telefonemas envolveu um rapaz cujo irmão tinha sido morto e, mais recentemente, uma mulher argentina vítima de violação.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

MENSAGEM DO PADRE LODI AOS PARTICIPANTES DA VIGÍLIA CONTRA O ABORTO

MENSAGEM DO PADRE LODI
Queridos participantes da Vigília pró-vida de Brasília
O inimigo não dorme. Ele nos rodeia "como um leão a rugir, procurando a quem devorar" (1Pd 5,8). Também nós devemos estar vigilantes.
Os fautores da cultura da morte não se cansam de tentar meios, os mais ignóbeis, para obter a promoção do aborto e a destruição da família. Vale tudo, inclusive a fraude e a mentira. Se não conseguem aprovar uma lei abortista no Congresso, fazem o Executivo editar uma Norma Técnica do aborto. Se não conseguem parlamentares que apoiem o aborto de deficientes, inventam um meio de o Supremo Tribunal Federal declarar inconstitucional a proibição de matar crianças anencéfalas. Se a Constituição proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo, criam um artifício para que a Suprema Corte re-interprete o Código Civil de modo a admitir a "união estável" entre homossexuais.
O Brasil está colhendo os amargos frutos de ter escolhido para presidente, durante três mandatos consecutivos, um político do Partido dos Trabalhadores. O governo petista tem, mais do que qualquer outro, disseminado a perversão sexual nas escolas, a conversão de hospitais em matadouros de crianças e a glorificação do vício contra a natureza. Peço que vocês, participantes desta vigília, assumam o compromisso de não só negar seu voto ao PT mas de ensinar a seus colegas que nenhum católico pode votar nesse Partido sem contradizer as promessas do seu Batismo.
Lembrando as palavras do saudoso Bispo Dom Manoel Pestana Filho, rezemos "pela inocência das crianças, pela pureza dos jovens e pela santidade das famílias". Repitamos várias vezes a jaculatória por ele cunhada: "Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto".
E não deixemos que o desânimo ou o cansaço nos domine. A vitória é prometida a quem perserverar vigiando: "Felizes os servos que o senhor, à sua chegada, encontrar vigilantes" (Lc 12,37), disse Jesus.
Não poderei nesse dia estar com vocês em Brasília, mas estarei unido em espírito a cada uma de suas súplicas. Deus abençoe a todos pela intercessão da Bem-aventurada Sempre Virgem Maria e de seu castíssimo esposo São José.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Bebê com síndrome de Down se salva do aborto graças a usuários do Facebook

O pedido publicado no Facebook para salvar o bebê
WASHINGTON DC, 18 Jul. 13 / 12:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao ficar sabendo que um casal planejava abortar seu bebê que nasceria com síndrome de Down, a paróquia católica da Santa Trindade em Gainesville, estado da Virginia (Estados Unidos) apressou-se para procurar na rede social Facebook quem poderia adotá-lo, obtendo às poucas horas mais de mil casais dispostos a fazê-lo.
Se não encontravam um casal disposto a adotar o bebê, nesse mesmo dia seria abortado, indicou o Pe. Thomas Vander Woude, pároco da Santa Trindade.
Entretanto, às poucas horas de realizada a publicação no Facebook, centenas de casais de diversas partes do mundo contataram à igreja para oferecer-se como pais adotivos.
"É realmente bonito" assegurou o sacerdote, pois "tínhamos este bebê não nascido com deficiência e todas estas pessoas se ofereceram a cuidá-lo quase imediatamente. É realmente um testemunho da bondade das pessoas".
A paróquia inclusive teve que procurar pessoal adicional para atender as ligações de países como Holanda, Porto Rico e Canadá.
Ao dia seguinte da publicação, uma agência local de adoções apresentou ao casal três famílias candidatas para adotar seu bebê.
Em declarações recolhidas pela CNN, Martha Drennan, diretora de Formação da Fé em Adultos e Liturgia da paróquia, assinalou que "deve haver mais de 1000 casais interessados em adotar o bebê", e assegurou que a paróquia recebeu mais de 600 correios eletrônicos sobre a adoção da criança com síndrome de Down.
Geraldine Erikson, que publicou a mensagem no Facebook, remetendo os interessados ao correio do Pe. Vander Woude, assegurou que "foi muito emocionante ver todas essas pessoas oferecendo-se para dar voz a esse bebê, para dar-lhe uma vida".
O presidente da Sociedade Nacional para a Síndrome de Down dos Estados Unidos, Jon Coleman, destacou que "ver que há tantas famílias que valorizam a uma criança que tem síndrome de Down como a qualquer outra criança e que o querem criar como próprio é uma chamada de atenção para nossa sociedade".
"As pessoas que tem síndrome de Down estão conseguindo grandes avanços para viver mais independentemente, para assistir à universidade e trabalhar. Com o apoio adequado, podem fazer muito", assegurou.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Advogado pró-vida exige o veto total ao projeto de lei do aborto no Brasil

SÃO PAULO, 16 Jul. 13 / 12:10 am (ACI/EWTN Noticias).- Paulo Fernando Melo da Costa, advogado brasileiro perito em direito constitucional, pediu à Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), "em nome do povo brasileiro, em especial os católicos desta grande nação", que se pronunciem a favor do veto ao projeto de lei PLC 3/2013, que procura abrir as portas aoaborto no país.
A poucos dias da chegada do Papa Francisco ao Brasil, com a ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013, as duas câmaras do Congresso do Brasil passaram, como trâmite urgente, o projeto de lei PLC 3/2013, que aprova com eufemismos o aborto, escondendo-o atrás da desculpa de "atenção às vítimas de violência sexual".
O texto foi aprovado em 4 de julho e está à espera de ser aprovado pela presidente do Brasil, Dilma Rousseff.
Em uma carta aberta dirigida aos Bispos, Paulo Fernando Melo da Costa advertiu que "o PLC 3/2013 utiliza o pretexto de serviços meritórios às mulheres vítimas de violência para abrir as portas ao aborto".
"O Partido dos Trabalhadores (PT) por fim está a ponto de conseguir, da forma mais traiçoeira possível, legalizar o aborto no Brasil", denunciou, advertindo que a possível assinatura de Dilma Rouseff ao projeto de lei aprovado pelo Congresso coroará "um esforço de décadas a favor da eliminação de seres humanos indefesos e inocentes".
O advogado assinalou que embora "a primeira vista, trata-se de um projeto que se ocupa da atenção às vítimas da violência sexual (o que é meritório)", depois de "encaixar muito bem as peças" se descobrem "os objetivos ocultos".
Dentro do projeto de lei aprovado, indicou o perito, inclui-se a "prevenção da gravidez" e "o fornecimento de informação às vítimas sobre os direitos legais".
Isto, advertiu o advogado pró-vida brasileiro, inclui "a administração da pílula do dia seguinte e o aborto".
"Na prática, qualquer mulher que chegue a um hospital alegando ter tido uma relação sexual não consentida (a definição de ‘violência sexual’ que figura no PLC 3/2013) ganha assim o direito de ser levada a um serviço de ‘aborto legal’", assinalou.
O perito indicou que com esta normativa bastaria "que uma mulher interessada em abortar se dirija a qualquer hospital e diga que ficou grávida depois de uma relação sexual não consentida, para aproveitar o vazio legal que não pena um aborto cometido em caso de gravidez por abuso sexual".
O advogado advertiu também que este projeto de lei "não inclui a possibilidade da objeção de consciência", por isso "instituições religiosas, por exemplo, estariam obrigadas a remeter à mulher grávida a um ‘aborto legal’, independentemente de seus princípios".
Assinalou também que é "evidente" a participação do governante Partido dos Trabalhadores (PT) na "aprovação do PLC 3/2013", e assinalou os membros do PT que colaboraram no caminho do projeto de lei abortista, como Alexandre Padilha, Iara Bernardi, José Guimarães e André Vargas.
A "tramitação relâmpago" que levou à aprovação do projeto de lei abortista nas duas câmaras do Congresso brasileiro, indicou, tiveram como objetivo "impedir leituras mais atentas do projeto, e que desmascarassem as intenções de seus autores".
"Temos que recordar o óbvio", escreveu o advogado pró-vida, "o aborto é a eliminação deliberada de um ser humano inocente e indefeso. Uma sociedade que tolera tal tratamento provoca sua própria degradação".
Entretanto, ele remarcou que este "não é o caso do Brasil, onde a maioria da população condena o aborto".
"Assim, o PT, ao promover de forma trapaceira a ampliação do acesso ao aborto ofende não só a dignidade humana, mas também o sentimento geral do povo brasileiro".
Depois de expor seus argumentos, o líder pró-vida, "na condição de cidadão, advogado e católico, militante do movimento pró-vida, rogo a Vossas?Reverendíssimas?que não sejam omissos nesta hora, pois a história haverá de cobrar, e mais, ainda o juízo de Deus, da decisão que tomarem".
"Vossas Excelências Reverendíssimas são chamadas hoje a se posicionar em defesa da vida – pelo?VETO TOTAL ao PLC 03/2013. Assim quer a?expressa maioria do povo brasileiro que é contra o aborto, assim exige o catecismo daIgreja católica e muitos documentos pontifícios, de modo especial a?Evangelium Vitae".
Paulo Melo da Costa concluiu sua carta aberta expressando sua confiança em que os Bispos brasileiros tomarão "a decisão correta".

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=25716#.UeXmaCZpAJY.facebook

segunda-feira, 8 de julho de 2013

APROVADO NO CONGRESSO NACIONAL O PLC 3/2013 que prevê "profilaxia da gravidez" (aborto)

APROVADO NO CONGRESSO NACIONAL O PLC 3/2013 de AUTORIA DEPUTADA IARA BERNADI PT/SP que " Dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual."

NO ART. 3, IV prevê a "profilaxia da gravidez! eufemismo para da PRÁTICA DO ABORTO, ASSASSINATO DA CRIANÇA INDEFESA.

O MAS LAMENTÁVEL É QUE FOI APROVADO POR UNANIMIDADE NAS 2 CASAS, NENHUM DEPUTADO DITO CATÓLICO OU PROTESTANTE SE MANIFESTOU CONTRÁRIO, AGUARDANDO A SANÇÃO OU VETO DA PRESIDENTE DILMA.

APESAR DO ALERTA FEITO POR MIM ,NENHUMA MANIFESTAÇÃO DA CNBB SOBRE O ASSUNTO....

ESTAMOS COMO JOÃO BATISTA PREGANDO NO DESERTO....

CORAGEM PARA CONTINUAR LUTANDO.....

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Art. 1º Os hospitais devem oferecer às vítimas de violência sexual atendimento emergencial, integral e multidisciplinar, visando ao controle e ao tratamento dos agravos físicos e psíquicos decorrentes de violência sexual, e encaminhamento, se for o caso, aos serviços de assistência social.
Art. 2º Considera-se violência sexual, para os efeitos desta Lei, qualquer forma de atividade sexual não consentida.
Art. 3º O atendimento imediato, obrigatório em todos os hospitais integrantes da rede do SUS, compreende os seguintes serviços:
I – diagnóstico e tratamento das lesões físicas no aparelho genital e nas demais áreas afetadas;
II – amparo médico, psicológico e social imediatos;
III – facilitação do registro da ocorrência e encaminhamento ao órgão de medicina legal e às delegacias especializadas com informações que possam ser úteis à identificação do agressor e à comprovação da violência sexual;
IV – profilaxia da gravidez;
V – profilaxia das Doenças Sexualmente Transmissíveis - DST;

VI – coleta de material para realização do exame de HIV para posterior acompanhamento e terapia;
VII – fornecimento de informações às vítimas sobre os direitos legais e sobre todos os serviços sanitários disponíveis.
§ 1º Os serviços de que trata esta Lei são prestados de forma gratuita aos que deles necessitarem.
§ 2º No tratamento das lesões, caberá ao médico preservar materiais que possam ser coletados no exame médico legal.
§ 3º Cabe ao órgão de medicina legal o exame de DNA para identificação do agressor.
Art. 4º Esta Lei entra em vigor após decorridos 90 (noventa) dias de sua publicação oficial.
DEPUTADA IARA BERNARDI PT/SP


(Por Dr Paulo Fernando https://www.facebook.com/paulo.fernando.543/posts/553868244651622)

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Só queria dizer uma coisa: Mais uma do PT.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Confessor do Papa: Francisco pede orações porque sabe que o tentador não dorme

Frei Berislao Ostojic e o então Cardeal Jorge Mario Bergoglio
BUENOS AIRES, 06 Jun. 13 / 01:28 pm (ACI/EWTN Noticias).- O sacerdote franciscano Frei Berislao Ostojic, confessor na Argentina do então Cardeal Jorge Bergoglio, disse que o Papa Francisco é um homem que tem os pés no chão e que pede que rezem por ele porque sabe que "o tentador não dorme".
O sacerdote disse isto na carta que enviou ao seu irmão Mario Marcos, que nasceu na Argentina, mas que atualmente mora na Croácia. A missiva foi difundida por um portal croata e nesta se oferece uma visão particular do papa Francisco.
No texto, Frei Ostojic se refere ao permanente pedido do Santo Padre "reze por mim". Recentemente, recorda, o Papa pediu "rezem por mim, para que não me sinta melhor que ninguém". Neste simples pedido, diz o Pe. Ostojic, "está o seu conceito de autoridade, que é serviço. E como tem os pés no chão e não vive de ilusões, sabe muito bem que o tentador não dorme e que os tesouros de graça se levam em vasos de barro. Isto é puro realismo humano e espiritual".
Do mesmo modo, advertiu que mesmo que atualmente os meios de comunicação "exaltem ao novo Papa", os fiéis devem "evitar entusiasmos ingênuos", já que "a experiência nos ensina que, com frequência, quem hoje exalta, amanhã, por razões ideológicas, tranquilamente estarão na ‘calçada’ oposta".
"Basta pensar o que acontecerá quando o Santo Padre reafirme o valor de toda vida humana e pronuncie um claro ‘não’ ao aborto, e o que se dirá quando ratificar o matrimônio entre um homem e uma mulher", e muitas outras questões sensíveis. Então "muitos entusiastas superficiais mudarão de ‘calçada’, e farão com que o Papa sinta o peso da cruz que não se negocia em detrimento da verdade do Evangelho", assinalou.
O frade também destacou a capacidade do Papa "de estar frente ao Sacrário e beber na intimidade com Cristo as riquezas com as que Jesus enche os corações que lhe abrem para que os ilumine e os fortaleça".
Nesse sentido, recordou a homilia do então Cardeal Bergoglio quando ordenou Dom Salaberry, jesuíta, e abordou as dificuldades que se apresentariam ao novo bispo. O Arcebispo lhe disse que "quando tudo parecer escuro", "aprenda a gastar os joelhos ante o Sacrário. Ele, Jesus, jamais defrauda".

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Jornada Mundial da Juventude e a mídia abortista

O desserviço da mídia politicamente correta e o anúncio pró-vida do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude
Manual de Bioética que será distribuído na Jornada Mundial da Juventude
As viagens papais sempre são precedidas por uma série de polêmicas levantadas pela mídia local, a fim de jogar terra na visita do Santo Padre. A bola da vez é a distribuição de cerca de dois milhões de exemplares do "Manual de Bioética para Jovens" para o público da Jornada Mundial da Juventude, no próximo mês de julho, no Rio de Janeiro. A iniciativa é da Comissão para a Vida e Família da CNBB e pretende, como diz o documento, "corrigir um ensino, por vezes, desvirtuado nos manuais escolares" acerca de temas como aborto, eutanásia e métodos contraceptivos. Para os "especialistas" ouvidos pela mídia, o manual seria um "desserviço" aos jovens, pois "não lhes dá o direito a uma informação técnica sem valores religiosos".
Para afastar qualquer dúvida a respeito do manual, há de se ter em conta que a idealizadora do documento é nada menos que a fundação francesa Jérôme Lejeune. Ela é uma das mais importantes em pesquisas relacionadas à trissomia 21 (Síndrome de Down) no mundo e a maior provedora de fundos para estudos sobre o assunto na França. O nome da fundação é uma homenagem ao descobridor da base genética da Síndrome de Down e a quem o Beato João Paulo II se referia como um médico que "utilizou a ciência somente para o bem do homem". Por sua defesa da vida, no entanto, o doutor Jérôme Lejeune - que pode ser beatificado em breve - foi hostilizado pelo patrulhamento da cultura da morte, fato que mostra claramente quais são os valores que regem esse movimento.
O chilique da mídia em relação ao Manual deve-se a um motivo bem específico. Ela reza por outra cartilha, mais precisamente, a da Unicef e do Ministério da Saúde. Trata-se do famoso"Caderno das coisas importantes" preparado em 2007 e distribuído pelo Governo Federal a alunos de 13 a 19 anos de idade. Nessa agenda, o adolescente encontra dicas de manuais de sexo, aprende a usar a camisinha e a como se masturbar. No capítulo dedicado ao preservativo, o leitor encontra o material sob o título de "o pirata de barba negra e de um olho só encontra o capuz emborrachado".
Capítulo do “Caderno das coisas importantes”, patrocinado pela Unicef e pela Unesco, em que se ensina a usar a camisinha
Quando a imprensa e seus pseudos especialistas dizem que a Igreja presta um "desserviço" ao jovem por lhe ensinar "valores religiosos" na verdade, estão combatendo aquilo que há muito tempo perderam, ou seja, as virtudes. Todo o código de ética procede de uma única fonte: a lei natural. É contra essa lei que a mídia liberal luta e, por conseguinte, contra o próprio ser humano. O ódio desses jornais aos valores indica uma coisa: são pessoas sem valores e imorais. E, além disso, querem que todos sejam assim. Não é à toa que a corrupção caminha a passos largos no Brasil. Bento XVI já advertia na Encíclica Deus Caritas Est que "um governo sem princípios morais não passa de uma quadrilha de malfeitores".
Quem presta um desserviço aos jovens não é a Igreja que os ensina a viver a sexualidade de forma sadia, mas a imprensa que instrumentaliza seus corpos para campanhas publicitárias. Quem desrespeita a juventude não é a Igreja que os educa para a honestidade e os compromissos duradouros, mas a mídia que os estimula à traição e aos relacionamentos descartáveis. Quem aliena os jovens não é a Igreja que os incentiva a buscar a verdade, mas os jornais que os fazem acreditar que o fim último de suas vidas está num quarto de motel. O "Manual de Bioética para Jovens" pergunta aos leitores "que futuro nos promete uma sociedade em que o modelo feminino pretende construir a sua identidade matando o próprio filho e em que a morte programada dos mais velhos e dos mais vulneráveis é apresentada como o cúmulo da compaixão?". No que depender da mídia abortista, não será um futuro promissor.
É justamente contra essa lógica perversa que se levanta a Jornada Mundial da Juventude. Para horror da mídia politicamente correta, mais de um milhão de jovens se encontrarão com o senhor vestido de branco para falarem de família, matrimônio e castidade. Francisco vem como o grande guardião da vida e da fé para anunciar a "boa nova aos humildes, curar os corações doloridos, anunciar aos cativos a redenção, e aos prisioneiros a liberdade". Enfim, para "proclamar um ano de graças da parte do Senhor" (Cf. Isaías 61, 1-2). E por isso as hostes do inferno tremem, porque mais uma vez terão de lembrar que esta terra é Terra de Santa Cruz.
Por: Equipe Christo Nihil Praeponere