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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Papa Francisco excomunga padre pró-casamento gay. Ele não é o liberal que a mídia quer

Papa Francisco excomunga padre pró-casamento gay
A mídia secularista, golpista e desonesta, junto com os famigerados militantes e ativistas gays e abortistas tiveram sua alegria de curta duração: o papa é fiel e ardente defensor da moral tradicional.
Por causa de todas as polêmicas manchetes da semana passada, dizendo que o Papa queria esquecer essa bobagem sobre o aborto e gays, dava até pra imaginar que uma Germaine Greer tinha sido eleita para governar a Igreja Católica. Na verdade, o que o Papa estava a dizer era que ele queria que a Igreja falasse mais sobre o que é para do que o que é contra. Mas isso não significa que não vai ainda ser contra essas coisas que contradizem os seus ensinamentos e tradições.
Basta perguntar a Greg Reynolds, de Melbourne – um padre que foi destituído e excomungado por causa de suas opiniões radicais sobre mulheres no clero e “casamento” gay. Do Australia’s The Age::
O documento de excomunhão – escrito em latim e não dando o motivo – e de 31 de maio, o que significa que está sob a autoridade do papa Francisco, que ganhou as manchetes na quinta-feira pedindo uma Igreja menos obcecada por regras.
O documento pode não dar nenhuma razão explícita, mas a razão é implícita e bem compreendida: Reynolds ofendeu a Igreja Mãe com sua política. É interessante notar que o ex-padre diz ao The Age que ele “queria a mesma coisa que o papa”, que é “incentivar a reforma e clara necessidade de renovação na Igreja”. Com isso percebi que Reynolds, como muitos liberais, incompreenderam as palavras de Francisco. A reforma estrutural é claramente necessária para evitar futuros horrores como o escândalo de abuso infantil, e a renovação é algo que os cristãos sempre desejam. Mas Reynolds queria descartar a doutrina católica – algo que Francisco nunca faria, porque ele é, apesar dos maiores desejos de tantas pessoas nos meios de comunicação, um católico. Seu tratamento contra Reynolds prova que ele está imbatível.
O agora Ex-padre e Ex-católico Reynolds exibindo sua excomunhão


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

EUA: Corte obriga fotógrafos cristãos a trabalhar em "matrimônios" homossexuais

ALBUQUERQUE, 29 Ago. 13 / 04:10 pm (ACI/EWTN Noticias).- A Corte Suprema de Novo México, nos Estados Unidos, sentenciou que um pequeno negócio de fotografia, de propriedade de um cristão, não tem o direito a negar-se por motivos religiosos a trabalhar em uma cerimônia do mal chamado "matrimônio" gay.
O especialista Ryan Anderson, em um texto publicado em 22 de agosto no National Review Online, assinalou que esta sentença explica "a crescente preocupação que muitos têm contra as leis antidiscriminação, e a pressão para que o matrimônio homossexual atropele os direitos de consciência e liberdade religiosa".
"As consequências para os crentes religiosos se estão fazendo visíveis", indicou.
A Corte Suprema de Novo México sentenciou, em 22 de agosto, que a legislação antidiscriminação estatal obriga Elane Photography a "servir os casais do mesmo sexo da mesma forma que serve os casais de sexos opostos".
Elane Photography, de propriedade de Elaine Huguenin e de seu marido, Jon, recusou tirar fotos da "cerimônia de compromisso" de duas mulheres, em Taos, Novo México.
Elaine recusou o contrato, dizendo que a fé cristã dela e de seu marido entrava em conflito com a mensagem que a cerimônia comunicava. O casal de lésbicas encontrou outro fotógrafo para sua cerimônia.
Uma das mulheres, Vanessa Willock, colocou uma queixa ante a Comissão de Direitos Humanos de Novo México, acusando o negócio de violar a legislação estatal que proíbe a discriminação em base à orientação sexual.
Em 2008, a comissão sentenciou a favor de Willock.
O negócio de fotografia apelou, representado pela organização defensora da liberdade religiosa nos Estados Unidos Alliance Defending Freedom (ADF).
Jordan Lorence, conselheiro sênior do ADF, assinalou que é muito provável que apelem à Corte Suprema dos Estados Unidos.
"Achamos que a Primeira Emenda (da Constituição dos Estados Unidos) protege o direito das pessoas de não comunicar mensagens com as que discrepam", disse Lorence à agência Reuters.
De acordo com o juiz Richard Bosson, que sentenciou a favor do casal de lésbicas, é o "preço da cidadania" ceder nas próprias crenças religiosas em favor de quem acredita em algo diferente.
Entretanto, para Lorence, "o preço da cidadania não significa ceder seus direitos constitucionais. É aterrador pensar que um artista ou qualquer americano pode ser forçado pelo governo a promover mensagens com as que não está de acordo".
"Em uma sociedade livre, as pessoas com diferentes crenças têm que aprender a levar-se bem. Havia muitos fotógrafos disponíveis, dispostos a fotografar esta cerimônia homossexual".
Uma pesquisa realizada em julho pelo Rasmussen Reports revelou que 85 por cento de americanos acha que um fotógrafo de casamento cristão, com profundas crenças religiosas contra o mal chamado "matrimônio" homossexual, deve ter o direito a recusar um trabalho em uma cerimônia de "matrimônio" gay.
Só 8 por cento disse que o fotógrafo deve ser obrigado a trabalhar na cerimônia.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

MENSAGEM DO PADRE LODI AOS PARTICIPANTES DA VIGÍLIA CONTRA O ABORTO

MENSAGEM DO PADRE LODI
Queridos participantes da Vigília pró-vida de Brasília
O inimigo não dorme. Ele nos rodeia "como um leão a rugir, procurando a quem devorar" (1Pd 5,8). Também nós devemos estar vigilantes.
Os fautores da cultura da morte não se cansam de tentar meios, os mais ignóbeis, para obter a promoção do aborto e a destruição da família. Vale tudo, inclusive a fraude e a mentira. Se não conseguem aprovar uma lei abortista no Congresso, fazem o Executivo editar uma Norma Técnica do aborto. Se não conseguem parlamentares que apoiem o aborto de deficientes, inventam um meio de o Supremo Tribunal Federal declarar inconstitucional a proibição de matar crianças anencéfalas. Se a Constituição proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo, criam um artifício para que a Suprema Corte re-interprete o Código Civil de modo a admitir a "união estável" entre homossexuais.
O Brasil está colhendo os amargos frutos de ter escolhido para presidente, durante três mandatos consecutivos, um político do Partido dos Trabalhadores. O governo petista tem, mais do que qualquer outro, disseminado a perversão sexual nas escolas, a conversão de hospitais em matadouros de crianças e a glorificação do vício contra a natureza. Peço que vocês, participantes desta vigília, assumam o compromisso de não só negar seu voto ao PT mas de ensinar a seus colegas que nenhum católico pode votar nesse Partido sem contradizer as promessas do seu Batismo.
Lembrando as palavras do saudoso Bispo Dom Manoel Pestana Filho, rezemos "pela inocência das crianças, pela pureza dos jovens e pela santidade das famílias". Repitamos várias vezes a jaculatória por ele cunhada: "Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto".
E não deixemos que o desânimo ou o cansaço nos domine. A vitória é prometida a quem perserverar vigiando: "Felizes os servos que o senhor, à sua chegada, encontrar vigilantes" (Lc 12,37), disse Jesus.
Não poderei nesse dia estar com vocês em Brasília, mas estarei unido em espírito a cada uma de suas súplicas. Deus abençoe a todos pela intercessão da Bem-aventurada Sempre Virgem Maria e de seu castíssimo esposo São José.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Confessor do Papa: Francisco pede orações porque sabe que o tentador não dorme

Frei Berislao Ostojic e o então Cardeal Jorge Mario Bergoglio
BUENOS AIRES, 06 Jun. 13 / 01:28 pm (ACI/EWTN Noticias).- O sacerdote franciscano Frei Berislao Ostojic, confessor na Argentina do então Cardeal Jorge Bergoglio, disse que o Papa Francisco é um homem que tem os pés no chão e que pede que rezem por ele porque sabe que "o tentador não dorme".
O sacerdote disse isto na carta que enviou ao seu irmão Mario Marcos, que nasceu na Argentina, mas que atualmente mora na Croácia. A missiva foi difundida por um portal croata e nesta se oferece uma visão particular do papa Francisco.
No texto, Frei Ostojic se refere ao permanente pedido do Santo Padre "reze por mim". Recentemente, recorda, o Papa pediu "rezem por mim, para que não me sinta melhor que ninguém". Neste simples pedido, diz o Pe. Ostojic, "está o seu conceito de autoridade, que é serviço. E como tem os pés no chão e não vive de ilusões, sabe muito bem que o tentador não dorme e que os tesouros de graça se levam em vasos de barro. Isto é puro realismo humano e espiritual".
Do mesmo modo, advertiu que mesmo que atualmente os meios de comunicação "exaltem ao novo Papa", os fiéis devem "evitar entusiasmos ingênuos", já que "a experiência nos ensina que, com frequência, quem hoje exalta, amanhã, por razões ideológicas, tranquilamente estarão na ‘calçada’ oposta".
"Basta pensar o que acontecerá quando o Santo Padre reafirme o valor de toda vida humana e pronuncie um claro ‘não’ ao aborto, e o que se dirá quando ratificar o matrimônio entre um homem e uma mulher", e muitas outras questões sensíveis. Então "muitos entusiastas superficiais mudarão de ‘calçada’, e farão com que o Papa sinta o peso da cruz que não se negocia em detrimento da verdade do Evangelho", assinalou.
O frade também destacou a capacidade do Papa "de estar frente ao Sacrário e beber na intimidade com Cristo as riquezas com as que Jesus enche os corações que lhe abrem para que os ilumine e os fortaleça".
Nesse sentido, recordou a homilia do então Cardeal Bergoglio quando ordenou Dom Salaberry, jesuíta, e abordou as dificuldades que se apresentariam ao novo bispo. O Arcebispo lhe disse que "quando tudo parecer escuro", "aprenda a gastar os joelhos ante o Sacrário. Ele, Jesus, jamais defrauda".

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Estudo comprova que homossexuais não “nasceram assim”

Sabemos que basta um caso de mudança de orientação sexual para provar que os homossexuais não são prisioneiros inevitáveis desse estilo de vida, e que a orientação sexual não é uma característica imutável, como a raça. Como diz o ditado, é impossível encontrar um ex-negro, mas agora se constatou que não é impossível encontrar um ex-homossexual. Na verdade, há um monte deles por aí.
gay
A pesquisa provando que é possível um homossexual corrigir sua situação foi publicada em uma revista científica. Tendo sido conferida pelos próprios interessados, isso invalida uma velhaca e irritante objeção alardeada pelo conluio de desviados sexuais.
Stanton L. Jones e Mark A. Yarhouse publicaram no Journal of Sex and Marital Therapy um estudo estatístico sobre mudança de orientação sexual por meios religiosos (Vol. 37, páginas 404-427). Apesar de os ativistas homossexuais insistirem em que a mudança de orientação é impossível, e que a tentativa de alteração é prejudicial, estes pesquisadores descobriram que de fato o oposto é que é verdadeiro.
No passado, a Associação Americana de Psicologia (APA) enfiou os dedos nos próprios ouvidos, e estupidamente entoou: “A homossexualidade não pode ser mudada – os riscos potenciais da terapia reparadora são grandes, incluindo depressão, ansiedade e comportamento autodestrutivo”. Mas ela está absolutamente errada.
Jones e Yarhouse acompanharam durante 6 a 7 anos 61 indivíduos que completaram o trabalho de terapia reparadora com a Exodus International. Desses 61 homens e mulheres, 53% tiveram resultados bem sucedidos. Vinte e três por cento conseguiram uma conversão bem sucedida para a heterossexualidade, tanto na orientação como na funcionalidade, enquanto outros 30% alcançaram castidade comportamental bem como substancial “des-identificação” com a orientação homossexual (vinte por cento abandonaram o processo e aderiram totalmente à identidade homossexual).
Quanto a ser prejudicial o próprio tratamento, na média o sofrimento psicológico não aumentou, e para muitos houve melhorias significativas.
Os autores têm o cuidado de advertir contra projeções exageradas com base em suas pesquisas, mas evidentemente suas descobertas são uma dramática recusa para o estribilho de que a mudança é impossível, e que a própria tentativa de mudança é prejudicial.
Os autores ressaltam algumas atitudes a tomar. Uma delas é que, sendo a mudança de orientação sexual claramente possível, a decisão de pessoas que procuram mudá-la deve ser respeitada e sustentada.
Quais as probabilidades de ser confrontado pela comunidade homossexual com algo assim: “Já tomei minha decisão, não me confunda com os fatos”? A probabilidade está entre mínima e nenhuma, pois a esquerda é profundamente anti-científica, e sua reação a essas descobertas será previsivelmente anti-científica.
Da mesma forma, se os defensores do homossexualismo fossem honestos e acatassem os resultados da pesquisa científica, deixariam agora de invalidar a terapia corretora para pessoas interessadas em corrigir de orientação sexual. Infelizmente, o compromisso cego, irracional e emocional deles com a própria agenda torna isso impossível, exceto para os poucos dentre eles que não são preconceituosos.
Um desses poucos não preconceituosos é Nicholas Cummings, ex-presidente da American Psychological Association. Quando os pesquisadores publicaram seus resultados preliminares no livro “Ex-gays?”, Cummings afirmou: “Este estudo abriu novos caminhos [...] e abre novos horizontes para a investigação. [...] Esperei mais de trinta anos por este estudo refrescante, penetrante”. Em seguida passou a referir-se ao livro como “leitura obrigatória” para os terapeutas, conselheiros e psicólogos acadêmicos.
Essas descobertas refletem o que afirmou, em 2003, o psiquiatra Dr. Robert Spitzer, de Columbia, depois de estudar 200 ex-homossexuais que obtiveram algum grau de mudança: “As alterações que se seguiram à terapia reparadora não se limitaram ao comportamento sexual e ao reconhecimento da própria orientação sexual. Abrangeram atração sexual, excitação, fantasia, desejo, como também o sentir-se incomodado por sentimentos homossexuais. São mudanças que abrangem os principais aspectos da orientação sexual”.
Estas observações do Dr. Spitzer são particularmente importantes, pois foi ele quem liderou a campanha política que em 1973 retirou a homossexualidade da lista oficial de transtornos mentais da Associação Americana de Psiquiatria. A APA vai ter que atualizar seu website, pois contém esta declaração cientificamente incorreta: “Até esta data, não houve nenhuma pesquisa científica adequada para demonstrar que a terapia que visa mudar a orientação sexual [...] é segura ou eficaz”.
Bem, agora existe a “pesquisa cientificamente adequada” para mostrar que a mudança é possível. Será que a APA vai afinal entrar no século 21 e admitir isso? Não alimente grandes esperanças.
O próprio procurador-geral, Eric Holder, está confinado na mentalidade depressiva e anti-ciência dos fundamentalistas, pois sustentou em fevereiro acreditar que “a orientação sexual é uma característica imutável”. Parece que precisamos de um novo procurador-geral.
Última linha: A mudança de orientação sexual é possível, e este estudo é a prova. Deixemos para trás a insensatez biológica e psicológica de que homossexuais “nascem assim”, e que nada se pode fazer sobre isso. Tanto a Sagrada Escritura quanto a investigação científica dizem algo muito diferente.
Por Bryan Fischer


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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Como se constrói uma farsa?

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Mãe de Daniela Mercury se declara contra casamento gay


A união de Daniela Mercury com uma mulher foi o assunto da semana. Estampou a capa das principais  revistas semanais e de programas nacionais como o Fantástico. O fato foi tomado como um marco histórico e tomou  conotação política devido à atual situação da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM), onde militantes ligados à causa  LGBT pedem a saída de seu presidente, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC).
A grande mídia não repercute na mesma medida quem é desfavorável ao casamento gay. Quem se posiciona contrário à união, denominada também de homoafetiva, é rotulada pelos manifestantes de homofóbica. Exemplo disso foi o que aconteceu com a cantora Joelma da Banda Calypso.  Ao se declarar contra o casamento gay, a cantora viu sua vida se tornar um inferno, como afirmou o Chimbinha, marido de Joelma. Já foi cancelado um filme que seria feito sobre a história da banda e militantes do Grupo Gay da Bahia tentaram boicotar a participação de uma música da Calypso veiculada no seriado global “Entre Tapas e Beijos”.
Leia também:
Quem  se declarou contra a união gay foi a mãe da cantora Daniela Mercury. Dona Liliane Mercure é Vice-Reitora da Universidade Católica de Salvador (Ucsal) e segundo a imprensa baiana não aprovou o casamento da filha.  Ainda de acordo com o Bahia Notícias “Dona Liliane  teria ficado mais chateada ainda com a exposição que a cantora fez ao revelar seu relacionamento nas redes sociais”.
Resta saber se os grupos LGBT tratarão a mãe da cantora como fez com Joelma, rotulando-a de homofóbica. Averiguando o que já foi publicado o adjetivo utilizado até agora  para descrever a opinião da mãe da cantora é conservadorismo.

sábado, 6 de abril de 2013

Gêmeo criado como menina – após acidente- abala profundamente ideologia que afirma: "a sexualidade é uma construção cultural”


* Gêmeo criado como menina – após acidente- abala profundamente ideologia que afirma: ” a sexualidade é uma construção cultural”.


Esse perturbador testemunho confirma aquilo que a Igreja sempre afirmou e que hoje é propalado pela “ideologia do gênero”.
Esse caso, acontecido no Canadá, influenciou várias práticas médicas e até mesmo a compreensão atual da biologia do gênero, que afirma a importante e definitiva influência da biologia natural na definição do gênero masculino e feminino.
Esse caso também acelerou o declínio da cirurgia de redesignação de sexo até então usado em raras malformações congênitas ou na perda do pênis na infância, por acidente, como é o caso aqui.
A ideologia do gênero nega as diferenças naturais entre homens e mulheres, nega a forte influência que os hormônios tem na diferenciação dos cérebros masculinos e femininos, como se tudo fosse apenas “imposição da cultura” ou “imposição de papéis previamente determinados para homens e mulheres, pela cultura e pela sociedade”.
Aqui no blog temos publicado vários artigos sobre o tema da “ideologia do gênero” e a posição da Igreja Católica afirmando a criação do homem e da mulher, diferentes e complementares, e a deformação que essa ideologia causa na compreensão da sexualidade humana e de suas expressões hoje esvaziadas e “desconstruidas” em nome da ” liberdade para cada um ser o que quiser ser, inclusive transitar entre os gêneros masculino e feminino segundo as conviniências e as expectativas culturais”
Embaixo publicamos o vídeo-em inglês- deste fato emblemático e revelador e a reportagem da BBC Inglesa.
***
Fonte: Terra/ BBC
O drama de um menino canadense criado como menina após perder o pênis em um acidente durante um procedimento de circuncisão nos anos 1960 é o tema de um programa transmitido nesta semana pelo Serviço Mundial da BBC.
Os gêmeos Bruce e Brian Reimer nasceram como meninos perfeitos, mas após sete meses, começaram a apresentar dificuldades para urinar.
Sob orientação médica, os pais, Janet e Ron, levaram os dois a um hospital para serem circuncidados. Na manhã seguinte, eles receberam uma ligação telefônica devastadora – Bruce tinha sido envolvido em um acidente.
Os médicos usaram uma agulha cauterizadora em vez de um bisturi. O equipamento elétrico apresentou problemas, e a elevação súbita da corrente elétrica queimou completamente o pênis de Bruce.
A operação de Brian foi cancelada, e o casal levou os gêmeos de volta para casa.
Psicólogo
Vários meses se passaram, e eles não tinham ideia do que fazer até que um dia encontraram um homem que mudaria suas vidas e as vidas de seus filhos para sempre.
John Money era um psicólogo especializado em mudança de sexo. Ele acreditava que não era tanto a biologia que determinava se somos homens ou mulheres, mas a maneira como somos criados.
“Estávamos assistindo a TV”, lembra Janet. “O doutor Money estava lá, muito carismático, e parecia muito inteligente e muito confiante no que estava falando.”
Janet escreveu para Money, e poucas semanas depois ela levou Bruce para vê-lo em Baltimore, nos Estados Unidos.
Para o psicólogo, o caso representava uma experiência ideal. Ali estava uma criança a qual ele acreditava que poderia ser criada como sendo do sexo oposto e que trazia até mesmo seu grupo de controle com ele – um gêmeo idêntico.
Se funcionasse, a experiência daria uma evidência irrefutável de que a criação pode se sobrepor à biologia, e Money genuinamente acreditava que Bruce tinha uma chance melhor de levar uma vida feliz como mulher do que como um homem sem pênis.
Então, quando Bruce tinha 17 meses de idade, se transformou em Brenda. Quatro meses depois, no dia 3 de julho de 1967, o primeiro passo cirúrgico para a mudança foi tomado, com a castração.
Segredo
Money enfatizou que, se quisessem garantir que a mudança de sexo funcionasse, os pais nunca deveriam contar a Brenda ou ao seu irmão gêmeo que ela havia nascido como menino.
A partir de então, eles passaram a ter uma filha, e todos os anos eles visitavam Money para acompanhar o progresso dos gêmeos, no que se tornou conhecido como o “caso John/Joan”. A identidade de Brenda foi mantida em segredo.
“A mãe afirmou que sua filha era muito mais arrumada do que seu irmão e, em contraste com ele, não gostava de ficar suja”, registrou Money em uma das primeiras consultas.
Mas em contraste, ele também observou: “A menina tinha muitos traços de menina moleque, como uma energia física abundante, um alto nível de atividade, teimosia e era frequentemente a figura dominante num grupo de meninas”.
Em 1975, as crianças tinham 9 anos, e Money publicou um artigo detalhando suas observações. A experiência, segundo ele, tinha sido um sucesso total.
“Ninguém mais sabe que ela é a criança cujo caso eles leram nos noticiários na época do acidente”, afirmou.
“O comportamento dela é tão normalmente o de uma garotinha ativa e tão claramente diferente, por comparação, do comportamento de menino de seu irmão gêmeo, que não dá margem para as conjecturas de outros.”
Suicida

No entanto, na época em que Brenda chegou à puberdade, aos 13 anos, ela sentia impulsos suicidas. “Eu podia ver que Brenda não era feliz como menina”, lembrou Janet. “Ela era muito rebelde. Ela era muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada feminino. Brenda quase não tinha amigos enquanto crescia. Todos a ridicularizavam, a chamavam de mulher das cavernas. Ela era uma garota muito solitária.”
Ao observar a tristeza da filha, os pais de Brenda pararam com as consultas com John Money. Logo depois, eles fizeram algo que Money tinha pedido para que não fizessem: contaram a ela que Brenda tinha nascido como um menino.
Semanas depois, Brenda escolheu se transformar em David. Ele passou por uma cirurgia de reconstrução do pênis e até se casou. Ele não podia ter filhos, mas adorou ser o padrasto dos três filhos de sua esposa.
Mas, o que David não sabia, era que seu caso tinha sido imortalizado como “John/Joan”, em artigos médicos e acadêmicos a respeito de mudança de sexo e que o “sucesso” da teoria de Money estava afetando outros pacientes com problemas semelhantes aos deles.
“Ele não tinha como saber que seu caso tinha ido parar em uma ampla série de livros de teoria médica e psicológica e que estava estabelecendo os protocolos sobre como tratar hermafroditas e pessoas que tinham perdido o pênis”, disse John Colapinto, um jornalista do The New York Times, que descobriu a história de David.
“Ele mal conseguia acreditar que (sua história) estava sendo divulgada por aí como um caso bem sucedido e que estava afetando outras pessoas como ele.”
Depressão
Quando passou dos 30 anos, David entrou em depressão. Ele perdeu o emprego e se separou da mulher. Na primavera de 2002 seu irmão morreu devido a uma overdose de drogas.
Dois anos depois, no dia 4 de maio de 2004, quando David estava com 38 anos, os pais, Janet e Ron Reimer, receberam uma visita da polícia que os informou que seu filho tinha cometido suicídio.
“Eles pediram que nos sentássemos e falaram que tinham notícias ruins, que David estava morto. Eu apenas chorei”, conta Janet.
Casos como o “John/Joan”, quando ocorre um acidente, são muito raros. Mas decisões ainda estão sendo tomadas sobre como criar uma criança, como menino ou menina, se ela sofre do que atualmente é conhecido como Distúrbio do Desenvolvimento Sexual.
“Agora temos equipes multidisciplinares, que funcionam bem, em todo o país, então a decisão será tomada por uma ampla série de profissionais”, explicou Polly Carmichael, do Hospital Great Ormond Street, de Londres.
“Os pais ficarão muito mais envolvidos em termos do processo da tomada de decisão”, acrescentou.
Carmichael afirma que, segundo sua experiência, estas decisões tem sido mais bem sucedidas para ajudar as crianças a levar uma vida feliz quando crescerem.
“Fico constantemente surpresa como, com apoio, estas crianças são capazes de enfrentar e lidar (com o problema)”, disse.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Âncora do ‘SBT Brasil’ rebate críticas: ‘não fui contratada para repercutir a opinião de artistas’

Jornalista foi descoberta na TV Tambaú, afiliada do SBT na Paraíba (Foto:Divulgação)A âncora do "SBT Brasil", Rachel Sheherazade, deu uma entrevista ao site "UOL", nesta quarta-feira (27), em que comenta sobre a história de que alguns funcionários da emissora estariam insatisfeitos com as suas opiniões que transmite no telejornal.
A jornalista disse desconhecer, assim como a direção do SBT, que outros funcionários do canal estejam fazendo um abaixo-assinado contra a sua presença no telejornal. "Não tenho procuração para isso. Nem quero ter. É bom lembrar que não fui contratada para repercutir a opinião de artistas, funcionários ou diretores do SBT. Nem para estar em consonância com eles. Não fui admitida nem mesmo para reverberar a opinião do dono da emissora. Muito pelo contrário", falou.
Rachel também explicou que quando a convidaram para trabalhar no SBT não pediram que ela fosse apenas uma leitora de textos, mas que emitisse suas opiniões. "A única coisa que faço é usar esse privilégio da liberdade de expressão todos os dias. Se fosse pautar meus comentários pela aprovação da maioria não teria opinião própria, seria uma marionete de outros interesses. Isso não sou", completou.
A jornalista ainda disse que nunca sofreu nenhuma represália dentro do SBT e que também nunca sentiu nenhuma insatisfação por parte da diretoria ou outros colegas na emissora.
Já quando está na rua, ela afirmou receber tanto críticas como elogios: "sejam farpas ou elogios, a crítica está sempre me ajudando a crescer como profissional. Algumas pessoas não entendem o sentido do espaço opinião. Criticam minha suposta falta de "imparcialidade", como se uma opinião pessoal não tivesse que ser parcial. Devo dizer que não sou precursora do jornalismo opinativo e que, antes de mim, outros colegas abriram o espaço para esse jornalismo vivo e apaixonante que posso praticar hoje."
Rachel Sheherazade é âncora do "SBT Brasil" há dois anos e seus comentários costumam causar grande polêmica. A última opinião da jornalista que mais gerou barulho foi quando ela defendeu a manutenção do deputado e pastor Marco Feliciano na presidência de Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
Recentemente, Rachel comentou o caso de Marco Feliciano:




Fonte: http://br.tv.yahoo.com/blogs/notas-tv/%C3%A2ncora-sbt-brasil-rebate-cr%C3%ADticas-n%C3%A3o-fui-contratada-172138356.html