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terça-feira, 18 de março de 2014

O falso Ecumenismo e o segredo para a unidade dos cristãos (caso Canção Nova / Influência da Maçonaria)




"Não há maior inimigo da Imaculada e de Seu Reinado que o ecumenismo de hoje, o qual todo Cavaleiro [da Imaculada] deve não só combater, mas também neutralizar, por uma ação diametralmente oposta e, finalmente, destruir" (S. Maximiliano Maria Kolbe).

Ps: Apesar de se citar a Comunidade e TV Canção Nova, fiz isso pelo fato de ter ocorrido um evento ecumênico em suas dependências. Sei muito bem que o problema não é da Canção Nova, mas da Igreja (em especial no Brasil), já que o Corpo da Igreja está com um câncer que é esse falso ecumenismo. Para saber mais sobre o assunto leia o seguinte artigo:
http://catolicoargrade.blogspot.com/2013/10/o-verdadeiro-ecumenismo-todos-em-uma.html

sábado, 24 de agosto de 2013

O drama da Igreja no Egito e o silêncio dos meios de comunicação

Pior que o drama dos cristãos no Egito é a indiferença da mídia ocidental, que vergonhosamente silencia a perseguição que acontece no país
No Egito, o sangue dos massacres e as cinzas dos incêndios de templos cristãos clamam por justiça. Foram inúmeras as comunidades cristãs alvo dos recentes protestos políticos ligados à Irmandade Muçulmana – um grupo extremista ligado a Mohamed Morsi, presidente deposto no começo de julho.
Como já se tinha reportado aqui e aqui, a Igreja Ortodoxa Copta não era a única perseguida no país. Também a Igreja Católica, bem como várias comunidades protestantes, sofreram na mão de muçulmanos radicais.
O testemunho de alguns prelados católicos impressiona pela coragem e retrata o terror dos acontecimentos. Sua Beatitude, o Patriarca Isaac Sidrak denunciou, no último dia 19, os atos de "terrorismo" praticados contra dezenas de igrejas, acampamentos e casas de cristãos. Ele expressou "apoio firme, lúcido e livre a todas as instituições do país, particularmente, à polícia egípcia e às forças armadas que dispendem todos seus esforços para proteger a pátria".
O purpurado elogiou "o comportamento dos países que se esforçam lealmente para compreender o caráter específico dos eventos em curso", mas condenou "qualquer intento de intervenção nos assuntos internos do Egito ou de influência em suas decisões soberanas".Sua Beatitude expressou o reconhecimento àqueles "nobres cidadãos muçulmanos que permaneceram ao nosso lado, fazendo todo o possível para defender nossas Igrejas e nossas instituições".
Quem também denunciou a violência sofrida pelos cristãos foi o bispo católico de Luxor, o monsenhor Youhannes Zakaria. Em entrevista concedida à Rádio Vaticana, ele contou como uma interferência policial evitou um massacre. "Os manifestantes pró-Morsi, expulsos do centro da cidade, chegaram ao arcebispado gritando: 'Morte aos cristãos!', mas, felizmente, a polícia chegou a tempo de salvar-nos e agora o exército rodeia o edifício com dois veículos blindados."
Hoje, monsenhor Zakaria está preso em sua residência. "As forças de segurança me aconselharam que não saísse do arcebispado", conta. "A Irmandade Muçulmana pensa que os cristãos foram a causa da queda de Morsi e agora, atacando aos cristãos, pretendem lançar todo o país no caos: foram queimadas mais de 80 igrejas e muitas escolas cristãs". "Faço meu o chamado do Papa Francisco para que reze pela paz no Egito", foi o apelo de um bispo que sofre com a situação lamentável em que se encontra seu país.
Mais lamentável que o drama dos cristãos no Egito, porém, é a indiferença e o silêncio da mídia ocidental diante dos verdadeiros crimes perpetrados contra a dignidade da vida humana, a liberdade religiosa e o próprio patrimônio religioso e cultural do Oriente. Não se vê nenhum veículo de comunicação noticiar o incêndio de templos e a perseguição aos cristãos no Egito. É a omissão da cumplicidade: se, por um lado, parece estar generalizado um sentimento de repúdio a qualquer tipo de perseguição religiosa – o que é justo, posto que, como disse o Papa Francisco, "fé e violência são incompatíveis"01 –, quando o alvo é o Cristianismo, paira no ar certa covardia. Caricaturar Maomé é intolerável; zombar de Cristo, porém, seria até aceitável.
"Mas ninguém está perseguindo Jesus Cristo", alguém poderia objetar. É o grande engano dos que não creem na Igreja: separar Cristo dos cristãos. Quando São Paulo "caiu por terra" em um lugar não muito distante do Egito – Damasco fica no atual território da Síria – e ouviu uma voz que dizia: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" (At 22, 7), não imaginava que, perseguindo àqueles simples homens da religião cristã, estaria perseguindo ao próprio Senhor. "Eu sou Jesus de Nazaré, a quem tu persegues" (At 22, 8). Nos cristãos que sofrem no Egito, bem como nos discípulos dos primeiros séculos, sofre o próprio Cristo.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Preservativo usado como Hóstia em Show de Rock na Itália faz zombaria da Santa Missa e da Igreja



Um preservativo como uma hóstia. É a banda de manejo da dor pós-operatória, a poucos minutos antes de 19, ao subir ao palco e mostrar um preservativo antes de começar a tocar a música 'Pornobisogno. Nas imagens Rai Tre, aqui é o momento em que o líder do grupo para o céu um preservativo como uma hóstia e diz: "Tomai e usai todos". (RCD - Corriere TV)

Fonte: http://video.corriere.it/concerto-primo-maggio-preservativo-diventa-ostia/60c7f16e-b295-11e2-876c-e00ef3e168b7 (Tradução Google com adaptações)

Comentário:
Este infeliz faz zombaria da Santa Missa, tenta pisar na Sagrada Eucaristia fazendo este zombamento. De acordo com o email em que recebi com este video, as palavras exatas que ele diz ao imitar uma consagração segurando uma camisinha é: "Este é o modelo que eu uso, que elimina a doença do mundo, tomai e usai todos vós, faça isso, escutai-me". Claramente fazendo uma zombaria e um ataque à Santa Igreja. 
Chega ao cúmulo ainda quando vemos que o mesmo vocalista satânico faz um corte no cabelo semelhante a algumas ordens franciscanas. Um absurdo ver isso acontecer. Mais ainda ver que no show existia gente que aplaudia isso. Estamos vivendo o tempo da apostasia, satanás está solto procurando a quem devorar.
E para ver o tamanho da profanação, esse show de rock foi realizado em S. Giovanni in Laterano. Isso mesmo, onde fica a Igreja de Latrão.
Ocorrido em 1º de Maio, oremos em reparação a esta profanação.

“Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo,
adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o
Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade deJesus Cristo, presente em todos os sacrários da terra,em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido.” (Oração do Anjo em Fátima-Portugal)

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Aparições Angélicas aos videntes de Fátima (Orações e Comunhão)



Alguns momentos havia que jogávamos, e eis que um vento forte sacode as árvores e faz-nos levantar a vista para ver o que se passava, pois o dia estava sereno. Vemos, então, que sobre o olival se encaminha para nós a tal figura de que já falei. A Jacinta e o Francisco ainda nunca a tinham visto, nem eu lhes havia falado nela. À maneira que se aproximava, íamos divisando as feições: Um jovem dos seus 14 a 15 anos, mais branco que se fora de neve, que o sol tornava transparente como se fora de cristal, e duma grande beleza. Ao chegar junto de nós, disse:
- Não temais! Sou o Anjo da Paz. Orai comigo. E, ajoelhando em terra, curvou a fronte até ao chão, e fez-nos repetir, três vezes, estas palavras: “Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos! Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e Vos não amam”. Depois, erguendo-se, disse: “Orai assim. Os corações de Jesus e Maria estão atentos à voz das vossas súplicas.” As suas palavras gravaram-se de tal forma na nossa mente, que jamais nos esqueceram. E, desde aí, passávamos largo tempo, assim prostrados, repetindo-as, às vezes, até cair, cansados. Recomendei logo que era preciso guardar segredo e, desta vez, graças a Deus, fizeram-me a vontade.
Passado bastante tempo, num dia de verão, em que havíamos ido passar a sesta a casa, brincávamos em cima dum poço que tinham meus pais no quintal, a que chamávamos o Arneiro. (No escrito sobre a Jacinta, também já falei a V. Ex.ª deste poço). De repente, vemos junto de nós a mesma figura, ou o Anjo, como me parece que era, e diz: 
- Que fazeis?! Orai, orai muito! Os corações Santíssimos de Jesus e Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente, ao Altíssimo, orações e sacrifícios. 
- Como nos havemos de sacrificar?, - perguntei.
De tudo que puderes, oferecei a Deus sacrifício, em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e súplica pela conversão dos pecadores. Atraí assim, sobre a vossa Pátria, a paz. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal. Sobretudo, aceitai e suportai, com submissão, o sofrimento que o Senhor vos enviar.
Passou-se bastante tempo, e fomos pastorear os nossos rebanhos para uma propriedade de meus pais, que fica na encosta do já mencionado monte, um pouco mais acima dos Valinhos. É um olival a que chamávamos Prègueira. Depois de termos merendado, combinávamos ir rezar na gruta, que ficava no outro lado do monte. Demos para isso, uma volta pela encosta, e tivemos que subir uns rochedos que ficam ao cimo da Prègueira. As ovelhas conseguiram passar com muita dificuldade.
Logo que aí chegamos, de joelhos, com os rostos em terra, começamos a repetir a oração do Anjo: “Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos, etc.”. Não sei quantas vezes tínhamos repetido esta oração, quando vemos que sobre nós brilha uma luz desconhecida. Erguemo-nos para ver o que se passava, e vemos o Anjo, tendo na mão esquerda um cálix, sobre o qual está suspensa uma Hóstia, da qual caem algumas gotas de sangue dentro do cálix. O Anjo deixa suspenso no ar o cálix, ajoelha junto de nós, e faz-nos repetir, três vezes:
- “Santíssima Trindade, - Pai, Filho e Espírito Santo, - ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da terra, em reparação dos ultrages, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E, pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores”. Depois, levanta-se, toma em suas mãos o cálix e a Hóstia. Dá-me a Sagrada Hóstia a mim, e o Sangue do cálix dividiu-O pela Jacinta e o Francisco, dizendo, ao mesmo tempo: “Tomai e bebei o Corpo e Sangue de Jesus Cristo, horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos! Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus”. E, prostrando-se de novo em terra, repetiu conosco, outras três vezes, a mesma oração: “Santíssima Trindade... etc.,” e desapareceu. Nós permanecemos na mesma atitude, repetindo sempre as mesmas palavras; e, quando nos erguemos, vimos que era noite e, por isso, horas de virmos para casa.

(Escrito de Irmã Lúcia, vidente de Fátima. Retirado do Livro: O Segredo de Fátima, Edições Loyola, páginas 46 à 48.)
(Grifos nosso. Com adaptações)

sábado, 2 de fevereiro de 2013

"Cristotecas", "Baladas Santas", "Barsinhos de Jesus" e afins


“Espero nunca ter ensinado nenhuma verdade que não tenha aprendido de Vós. Se, por ignorância, fiz o contrário, revogo tudo e submeto todos meus escritos ao julgamento da Santa Igreja Romana” (Santo Tomás de Aquino).
            Pela complexidade do assunto em questão, tenho que fazer minhas também as palavras de São Tomás de Aquino. Se a Igreja, na pessoa do Santo Padre o Papa, vier a aprovar - ou caso já tenha aprovado e eu por ignorância escrever algo contrário ao que a Igreja ensina – eu revogo tudo que escrevi contrário ao Santo ensinamento da Fé Católica.
            Para começar a abordar o tema, começamos com a Palavra de Deus: “Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas, para que não as calquem com os seus pés, e, voltando-se contra vós, vos despedacem”(Mateus 7,6). Quando falamos de “cristotecas” e festas do tipo, que em geral ocorre as mesmas coisas do mundo, podemos comparar com esta passagem. Só que com uma pequena diferença: Ao invés de jogar pérolas aos porcos, estamos jogando os porcos na pérola da Igreja; lançando os cães contra as coisas santas e vice-versa. Numa sociedade em que a Igreja pede uma nova evangelização, um novo ardor missionário, novos métodos, novas formas de anunciar o Evangelho e a doutrina da Igreja, fazem-se, muitas vezes, uma “evangelização” que o conteúdo é evangélico, mas a forma é condenada pelo próprio Evangelho. Eu não posso evangelizar um drogado usando droga. Infelizmente muitos grupos jovens da Igreja fazem o mesmo que o Governo Federal faz com dependentes químicos: É errado usar droga, mas se dá cachimbos para o drogado não inflamar a mão com a latinha. Do mesmo modo, ir para boates é errado, mas se tiver o nome de Cristo na música e sendo “para Deus”, tudo bem. Será mesmo que tudo bem? Quando a Madona pega coisas cristãs como crucifixo, terços, e coloca em seus shows fazendo profanação e provocação à Igreja, você acha correto? Certamente que não. Mas acha certo pegar o ritmo de música da Madona e colocar dentro da Igreja, só mudando a letra? Qual a diferença?
            Façamos uma pequena análise do contexto de onde surgiu as “raves”, e vejamos se este pode ser um meio para cristianizar alguém. As raves, surgiram na cidade de Londres, na Inglaterra. Cidade esta que é tida por exorcistas, como o Pe Gabriele, como a capital do satanismo. Essas festas eram realizadas em sítios, em lugares distantes, justamente pelo fato de que era tanta prostituição, tanta profanação, que tinham que se afastar para não ser preso. Levados pelo RÍTMO da música, muita droga, faziam bestialidades, sexo à vontade: homem com homem, mulher com mulher. Tudo tipo de absurdo ocorria nesses ambientes. Agora seja sincero: você consegue ver uma cena dessa e dizer “rave católica”? Assim como o Rock, tais músicas e festas, nasceram para um culto ao demônio. O Rock pelo fato mais espiritual, que conduz ao ocultismo sem a pessoa se dar conta; e essas festas eletrônicas pelo pecado da carne, haja vista que, como dito, fazia-se (e se faz) bestialidades unicamente pelo ritmo.
            Não podemos nos enganar, ninguém vai para a balada por causa da letra de uma música. Ninguém peca estritamente pela letra da música. Quem é o “pegador” de balada, que “pegou” um monte na festa porque a música falava – claro que muitas letras induz a isso também – pra pegar? Pega-se pela forma que a mulher está dançando. E ela dança pela letra ou pelo ritmo? Não sejamos burros! Muita música eletrônica não tem nem letra! E o povo está se catando. Muitas estão em diversos idiomas, que a maioria que está na balada não entende, ou pelo remix não entende, ou – na grande maioria – não está nem aí pra entender. O importante é encher o corpo de droga e sexo.
            Então paremos de dizer que tudo que tem no mundo dá para ser usado para evangelizar. Sabe o que é ter criatividade para evangelizar? É fazer uma peça de teatro, com discernimento, profetismo, unção, e fazer as pessoas terem um encontro com Cristo através de uma peça de teatro. De fato muita gente, como diz o Papa Paulo VI, está saturada de discursos. Mas uma peça, há, peças verdadeiramente ungidas tem salvado muita gente das garras do demônio. O Papa João Paulo II admirava este tipo de evangelização. Criatividade, ousadia, é fazer uma lanchonete, em que as pessoas vão comer, e de repente vem gente falar de Deus, do amor de Deus, da Santa Igreja, e já tem grupo de oração, etc. Isso é criatividade, a Comunidade Católica Shalom nasceu de uma lanchonete idealizada pelo fundador Moisés Azevedo. Criatividade é fazer um Acampamento de jovens, que vão não por Deus, mas por lazer; e chegando lá, começam o dia com adoração ao Santíssimo, tem seu lazer, contato com a natureza, e a tarde e noite estão em oração, pregação, e Santo Sacrifício da Missa. Isso é uma santa criatividade do Espírito. Novos meios? Sim, a internet está aí, usemos deste meio para anunciar a verdade. O próprio Papa Paulo VI alertava para nunca deixassem de lado a pregação oral. O próprio fato de leigos poderem pregar é um novo meio, isso era raríssimo.
            Mas infelizmente, parece que por falta de oração, de recitar o Santo Rosário, estamos desesperados diante do demônio. Estamos apelando de todo jeito. Usando coisas do demônio, que não dá para ser transformada em santa, para ataca-lo. Estamos dando prazer ao demônio. Aliás, já dizia Santa Teresa de Ávila, que  quem peca não quer contentar a Deus, mas dar prazer ao demônio. Então usar algo que é pecado para querer que outros sejam santos, é dar prazer a Deus ou ao demônio?
            Infelizmente temos perdido a essência católica. Os católicos começaram a apelar, imitando o protestantismo. Começou infiltrando músicas protestantes nos grupos de oração mundo a fora; aí entrou diversas outras heresias terríveis. Hoje, imitam a “Sara Nossa Terra” e afins, que ao final do culto deles, fazem baladas. Tem um templo protestante da referida seita, que as paredes são pintadas de preto, pra ficar bom pro jogo de luz e etc. Não é porque protestante faz que nós temos que fazer. Achou ruim? Vira protestante e deixa de profanar a Santa Igreja.
            “Cristoteca”, “balada santa”, “rave católica” ou qualquer outro nome que se dê a essas festas na Igreja, ou levando o nome de grupo de Igreja, pode até ajudar a salvar alguém. Mas vejamos: Os reis magos seguiam a estrela que levava a Belém, onde Jesus tinha nascido. Os reis chegaram à Jerusalém, e pediu informações a Herodes, que consultou os Príncipes dos Sacerdotes e os Escribas; e ao saber onde nasceria o Menino Jesus, este informou aos reis magos o local, e pediu informações sobre o Menino, pois ele também queria ir adorá-lo (cf. Mateus 2,1-12). Ora, sabemos que o objetivo de Herodes era matar Jesus, mas ele indicou onde o Menino ia nascer. Essas festas podem até indicar o lugar onde está Jesus, todo Santo, no entanto, o objetivo dela, o para quê o demônio a colocou no mundo, é para matar Jesus. É fácil olhar para uns que entraram na Igreja a partir dessas festas. O difícil é olhar para os milhares de “santos inocentes” que morreram por causa de Herodes. Algumas pessoas entram na Igreja a partir dessas festas, mas também por essas festas muita gente se pede. Se você entrou na Igreja por causa dessas festas, Rock, etc.; espero que faça como os reis magos, que avisados por um anjo (doutrina da Igreja) não retornem a avisar Herodes, pois ele queirerá matar a Igreja de Cristo.
            Mas vamos a exemplos. Em certa Paróquia, em uma festa junina, um certo grupo de jovens fizeram uma “quadrilha” fantasiados de zumbis (pois é, eu sei...) e dançando a música Thriller de Michael Jackson. Imagina a sena. Evangelizar? Pois é, aí uma amiga minha, muito católica, diga-se de passagem, ouviu um rapaz que não era da Igreja, e foi conhecer. E o rapaz disse: “Se isso é a Igreja Católica, eu prefiro ficar no mundo...” Aí lá vai a pobre da minha amiga conversar com o menino, explicar que aquilo não representa a Igreja. Uma outra pessoa me diz, que em sua Paróquia se faz o “barzinho de Jesus” (que benção, heim?), e um rapaz que ela lutou para ir pra Igreja, participou dessa festa, e este disse-lhe: “Ah, mas estar na Igreja e no mundo é a mesma coisa...” Aí lá vai ela ter que explicar que é aí que está o sentido de “Igreja Santa formada por pecadores”, afinal, a apostasia chegou (Já chegou, já chegou...).
            Como também tive momentos de ignorância a respeito dessas coisas, já participei de festas do tipo em minha paróquia. E em uma, fui recepcionado por uma garota, de 15 anos, mordendo meu pescoço, dizendo que “ia me comer feito pão”. Aliás, nem lembro em qual das festas dessa paróquia que foi, mas sei que a mordida foi na eletrônica (pra ter ideia de como estão os grupos de jovens na Igreja). Aí o ambiente escuro, música eletrônica (colocando o Sagrado naquilo que é profano), meninas com roupas imodestas, rapazes que bebem fora do local (quando não é tipo barzinho de Jesus neh), aí imagino no que pode dar? Existem vários exemplos do tipo, até indico os vídeos que tem abaixo, de dois sacerdotes (Padre Roberto Lettieri e Padre Mateus Maria) que falam a respeito. Afinal, atendem confissões e sabem como fica a alma dessas pessoas.
            Muitos ainda acham que deve evangelizar por estes meios. Aí lembro-me de Santa Faustina. Ela estava indo para um baile, quando Jesus falou-lhe ao coração “Até quando terei que te aguentar Faustina?” Ela se converteu de fato, entrou pra vida religiosa, e gastou sua vida sendo uma Apóstola da Misericórdia. Agora eu queria saber, se Deus quer essas festas hoje, porque Ele também não o quis no tempo de Santa Faustina (100 anos atrás, mais ou menos). Afinal, Cristo disse “Até quando terei de te aguentar”, e não “Pare de ir pra essas festas, faça uma festa com o mesmo ritmo de dança, só que falando coisas da minha misericórdia, as pessoas vão dançar umas com e para as outras, mas não tem problema, mesmo estando em perigo de pecado”. Jesus disse isso? Não! E a festa de Santa Faustina era ser toda do Amado Jesus. Leiam, por exemplo, escritos da Irmã Lúcia, vidente de Fátima, onde ela fala que não iria mais dançar, porque desagradava a Deus, no sentido mundano mesmo. Os pastorinhos de Fátima não bailavam, mas rezavam. Porque a 100 anos atrás (aliás, em quase todas aparições de Nossa Senhora reconhecidas pela Igreja) Nossa Senhora vem dizer apenas isso: PENITÊNCIA! PENITÊNCIA! PENITÊNCIA! Hoje não se faz mais penitência, mas festa. Mas só para explicar, uma dança pura, aquela “na presença de Deus” não é errado, o errado é dançar as danças mundanas, que seduz e conduz a si e aos outros ao inferno.
            Em La Sallette Nossa Senhora exortava para as congregações tomarem cuidado com quem aceitavam para as suas congregações, pois o demônio ia infiltrar muita gente. E, as novas comunidades não prestaram atenção nisso. Tem muita gente de Novas Comunidades que foram infiltradas pelo demônio, para manchar o carisma, e perder almas.
            Em Fátima Nossa Senhora pediu que se rezasse e fizesse sacrifícios, pois – vai dizer Nossa Senhora –vão MUITAS almas para o inferno porque não há NINGUÉM que reze se sacrifique por elas. Aí o que vemos é, no lugar de oração e penitência, pregação profética da Palavra, vemos eventos eletrônicos e mundanos dentro da Igreja, com discurso diabético de que Deus é amor. Deus é amor, mas repudia o pecado. Em épocas de Carnaval, por exemplo, faz-se tudo o contrário da vontade de Jesus. Já exortava a muito tempo a Irmã Lúcia: “Em reparação por si e pelas outras nações, Nosso Senhor deseja que em Portugal sejam abolidas as festas profanas nos dias de Carnaval, e substituídas por orações e sacrifícios, com preces públicas pelas ruas”. Como vêem, Jesus pede, por meio de Irmã Lúcia, ORAÇÕES, SACRIFÍCIOS, E PRECES PÚBLICAS PELAS RUAS. Não vi Jesus pedindo em reparação as festas promiscuas, festas “santas”. Em reparação as baladas, “balada santas”; em reparação as discotecas, “cristotecas”; em reparação aos bares, “barzinho de Jesus”, em reparação ao pecado, “pecado disfarçado”. E o que me dói, é que em muitos lugares que fazia isso, evento de oração, aumenta um dia da agenda do evento de Carnaval, para ser feito festa eletrônica (e também, não tem tempo pra Missa de virada de ano, mas tem pra ter duas atrações artísticas pra colocar o povo pra dançar). Precisamos rever nossos conceitos de evangelização.
            Eu já quis evangelizar de forma “diferente”. Comecei a fazer Rap. Quem lê este blog a algum tempo sabe disso. Eu fiz alguns bem parecidos com os raps mundanos mesmo. E o pior, sem direcionamento espiritual. Quando um sacerdote me proibiu, eu parei. Mas, aconteceu comigo o que diz no final do versículo 6 do capítulo 7 de Mateus: “para que não as calquem com os seus pés, e, voltando-se contra vós, vos despedacem.” Eu condenava cristoteca e esses eventos, mas vinha “mas canta rap”. Postava coisa contra o Rock, aí alguém jogava a indireta “é, Rap é do demônio”. Então, larguei o rap, pois não posso trocar a missão profética que Deus me deu, por causa do meu gosto pessoa. Começaram a calcar aos pés, e despedaçar contra mim. No caso, contra a Igreja. Pois como já dito, muita gente escarnece da Igreja por causa destas prostituições que fazem do sagrado. Em um exorcismo, o demônio obrigado por Deus e pela Virgem Maria, foi forçado a lembrar uma velha profecia de uma beata da Igreja: que viria tempos em que, havendo um grande buraco entre o mundo e a Igreja, o povo da Igreja iria querer tampar este buraco para as pessoas do mundo virem pra Igreja. Aí pegavam a Liturgia (a Santa Missa, Santíssimo Sacramento, enfim) e jogavam neste buraco; o mesmo faziam com a devoção a Virgem Maria, as imagens das Igrejas, relíquias, etc. Aí quando o buraco ficou chegio, as pessoas do mundo atravessaram para a Igreja. Mas chegando na Igreja, ficaram tristes, pois não havia nada que os atraísse, e saíram da Igreja. Ou seja, o que atrai as pessoas do mundo para a Igreja, é o sagrado, e nós estamos jogando fora o sagrado para agradar ao mundo. A santidade, o silêncio, o zelo, está no buraco hoje em dia, e na Igreja um jovem procura a santidade, o diferente, e encontra as festas da mesma forma que no mundo, mudando a letra, mas a letra ele nem presta atenção.
            Sem faço a seguinte comparação: Um jovem indo pra balada, chega em casa drogado, daquele jeito, todo detonado pelo pecado, muita droga, muito sexo. Aí, quando consegue acordar, ele lembra que alguém falou sobre determinado evento (sempre uso o exemplo do Hallel), e ele quer mudar de vida. E toma coragem junto com água gelada com açúcar. Aí quando ele chega, o primeiro lugar que ele aparece é na “tenda eletrônica”, as pessoas ouvindo as mesmas músicas que ele ouvia, dançando da mesma forma que ele dançava, pessoas “ficando” como ele ficou com umas duzentas na noite anterior, bebendo, etc. Aí ele vai pensar: “Igreja e o mundo é a mesma coisa”. E ele preferirá o mundo, pelo menos não tem responsabilidade. E infelizmente o mau exemplo de muitos católicos, tem feito muita gente virar churrasco do diabo.
            Por fim quero lembrar o que tem escrito no livro de Isaías (sem que não diz respeito necessariamente a este tempo, mas é muito parecido os aspectos em relação o desgosto de Deus sobre as festas religiosas): “As luas novas, os sábados, as reuniões de culto, não posso suportar a presença do crime na festa religiosa. Eu abomino as vossas luas novas e as vossas festas; elas me são molestas, estou cansado delas. Quando estendeis vossas mãos, eu desvio de vós os meus olhos; quando multiplicais vossas preces, não as ouço. Vossas mãos estão cheias de sangue.”(Isaías 1,13-15)
            Mais uma vez lembro que se eu tiver falado algo contra a doutrina da Igreja, ou contra o que ela vier a ensinar por meio do Papa, revogo o que disse. Se Roma fala, que sou eu pra ser contra. Mas, lembrando que, o Papa Bento XVI não gosta deste tipo de coisa. Ele já condenou o Rock, e onde ele condenou o Rock, ele disse uma frase bem interessante: “Não se pode tornar alguém cristão, com um som que é anticristão”. E vimos que as baladas são totalmente anticristãs.  Já diria o Papa Paulo VI sobre a Evangelização: “[...] sem a mínima traição à sua verdade essencial, para a linguagem que esses homens compreendam [...] a evangelização correria o risco de perder a sua força e de se desvanecer se fosse despojada ou fosse deturpada quanto ao seu conteúdo, sob o pretexto de a traduzir melhor”(Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi,63) Mas como saber o que pode e o que não pode? Papa Paulo VI na mesma exortação apostólica fala “O sucessor de Pedro é assim, pela vontade de Cristo, encarregado do ministério preeminente de ensinar a verdade revelada”. Se o Papa aprovar, beleza. Porém, sabemos que na questão de moral e doutrina o Papa é infalível, e este condena estas coisas, como citado acima.
            Por fim, de verdade, uma frase de um santo sobre festas: “os cristãos que entram num baile deixam o seu anjo da guarda na porta, e é um demônio que o substitui; portanto, logo passa a haver na sala tanto demônios quanto dançarinos”. (São João Maria Vianney) Aliás, como ele converteu quase toda a cidade de Ars? Jejum, oração, e horas diante do Santíssimo Sacramento. O demônio batia nele, e dizia que se tivesse mais 3 sacerdotes como ele, o reino dele (satanás) estaria acabado. Será que o reino de satanás está sendo destruído com tantas festas? Na época de São João Maria Vianney, os prostíbulos viraram casas de caridade, porque todos se convertiam; hoje estamos fazendo da casa de Deus, um lugar de prostituição. Pense nisso, e procure não pecar em pensamento ou em palavras me xingando (risos).
            Salve Maria Puríssima!



terça-feira, 18 de setembro de 2012

Acordo judicial derruba festa "M.I.S.S.A."


A Associação Arquidiocesana Tarde com Maria conseguiu celebrar acordo judicial com a Cinco Entretenimentos, grupo que realizava as festas denominadas “M.I.S.S.A.”. A partir de agora, o substantivo “missa” não pode ser usado nos eventos produzidos, assim como não pode haver a utilização de indumentária e símbolos católicos nas citadas festas.


Conforme o acordo, a Cinco Entretenimentos “obriga-se, definitivamente, a nunca mais promover, nesta cidade ou em qualquer outro ponto do território nacional, qualquer evento que se identifique pelo substantivo “missa”, ou no qual se utilize essa palavra, de modo a associar o espetáculo à principal celebração da liturgia da Igreja Católica Apostólica Romana”.

Em eventos, materiais publicitários ou shows “qualquer indumentária, dístico, palavra ou verso, símbolo, letra, coreografias, foto, músicas ou outro elemento de qualquer natureza, que possa de algum modo associar a ação à mesma Igreja ou a seus sacerdotes, templos, livros, objetos de culto, ritos ou liturgia” também não será permitida.

A empresa continuará a utilizar a sua denominação “Movimento dos Interessados em Sacudir a Sua Alma”, não podendo dispor das iniciais para compor o substantivo em questão.

Fonte: http://www.arquidiocese.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=8978&sid=39